quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Uma cruel realidade, um vídeo chocante

Esse vídeo é chocante. Arrepiante. Triste. Quem ainda não viu, precisa ver.

Na maior parte das vezes as mulheres não têm direito a fazer suas escolhas, e é aí que está o grande problema. Esse vídeo mostra claramente que a questão não pode se centrar em críticas ou julgamentos com relação às mães, mas sim de questionar um sistema que não nos dá a mínima chance.

4 comentários:

Andressa disse...

É realmente chocante o vídeo, mostra claramente a realidade que estamos vivendo nos hospitais do Brasil!

Na parte que ela chora na hora da cirurgia eu me identifiquei muito.

Fiquei 15 horas em TP em um hospital público de SP, já estava com 9 de dilatação feliz da vida pois logo veria minha filhinha e teria o meu desejado parto normal. O médico chegou, fez o toque e disse "manda pra cesárea, o bebê está muito alto e ela tem a bacia estreita!" fui chorando muito mas não tinha forças para negar nem questionar, chorei na maca quando já estava anestesiada ( e não foi de alegria não!) em uma ocasião a anestesista perguntou: " Está sentindo alguma coisa?" Eu disse: " Estou! Medo!" (eu fui ingênua em pensar que ela perguntava dos meus sentimentos) Ela riu alto e disse ao medico que já podia cortar que eu não estava sentindo nada.

Só de escrever me emociono. Espero que minha próxima experiência seja melhor.
Um abraço,
Andressa

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Gaby disse...

Triste. E o celular tocando??? E o abuso, a força, a frieza, o descaso da equipe com a mãe, com o corpo da mãe?
Foi o nascimento mais triste que já vi... me faz querer chorar o abuso que ela sofreu.

Caroline disse...

Inacreditável! Parece que meu coração doia... não imagino que possa ter sentido ela! Que descaso, que tristeza!
Desafortunadamente é a realidade!
Caroline.

Marcela disse...

Guardo várias mágoas da minha primeira gestação, ninguém se importa com a gestante e o feto, só ela mesma. E é isso aí, na minha segunda gestação já estava mais "vacinada", lia todos os meus exames, a minha bb só nasceu bem pois insisti muito com o meu médico sobre o controle do nível do meu líquido. Fui internada às pressas, me senti respeitada, por mim mesma.