segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Um bumbum de fora e as consequências

Eu sempre acho lindo quando vejo fotos de bebês andando peladinhos. Ah, essa tal de liberdade, que delícia!! Ventinho batendo, sem fralda apertando, bumbunzinho de fora como veio ao mundo. Mas sempre fico meio cabreira pensando se a criança não vai fazer necessidades pela casa como um cachorrinho.
Daí, na praia, pensei: aqui é a hora e o lugar. Quer cena mais linda que criança peladinha na praia, bem à vontade, sem aperto? Que delícia.
Então tirei a fralda da Rafa e deixei a criança peladinha na piscininha de plástico que levei para a praia. Ela abaixava e molhava a bundinha como se não houvesse amanhã. Ria, ria, levantava e abaixava de novo. Achou o máximo e eu também me diverti curtindo essa liberdade.
Me empolguei e resolvi deixar ela pelada no quarto também. Conversa vai, conversa vem, de repente ela some. E comecei a sentir um cheiro. Aquele cheiro. Começo a procurar pela casa e avisto um rastro de xixi e um monte de cocô pelo chão - não vou descrever o dito cujo porque não tem necessidade, mas a coisa tava ruim mesmo.
E aquela coisa romântica de deixar o bebê pelado, hein? Cadê? Eu, espertinha, peguei a Rafa e corri pro chuveiro e deixei a parte mais suja da coisa pra minha mãe - hehe, vó também é pra essas coisas, né?

Sei que agora acabou essa história de deixar pelada. Só no chuveiro e olhe lá. Limpar cocô de criança no chão não é pra mim (ou então vou ter que andar com aqueles saquinhos igual a dono de cachorro, que tal?). Nojo, nojo. Fraldinha, te amo.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

A Separação - e a verdade

Esta semana fui ao cinema ver A Separação, um filme iraniano dirigido por Asghar Farhadi super premiado e que está concorrendo ao Oscar de melhor filme estrangeiro (tá vendo, essa é só pra mostrar que eu não assisto apenas BBB e Mulheres Ricas, hehehe, eu tenho a capacidade de transitar entre o cult e o trash).

Interessante como nossa visão sobre mundo e família muda completamente depois que temos filhos, e algumas coisas nos tocam de forma diferente. A história do filme trata da separação de Nader (Peyman Moaadi) e Simin (Leila Hatami), um casal de certa forma incomum para o que costumamos ver em um país machista como o Irã. A mulher quer saír do país com a filha e, como o marido não quer ir (cuida do pai com Alzheimer), eles acabam se separando. O marido é um cara bastante compreensivo e honesto. Mas a entrada de uma diarista na casa dele acaba virando a vida de duas famílias de ponta-cabeça.
Além de ser um filme muito bem dirigido e que prende a gente na cadeira, ele me marcou pela forma forte como aborda os valores e as relações de família. Fala muito sobre verdade, sobre sinceridade, sobre o que uma mentira pode causar na vida de uma família. Mostra um pai que tem um respeito imenso pelo seu pai idoso e por sua filha e a ensina pelo exemplo, pela verdade. Verdade nas pequenas coisas, nos pequenos atos. Acho que é isso que falta muito nas famílias hoje em dia: praticar aquilo que se prega.
Talvez esse filme me tocasse de outra forma se eu ainda não tivesse filhos. Não repararia tanto nessa relação entre o pai e a filha e talvez me atentasse mais ao roteiro em si.  Mas saí do cinema pensando no quanto eu espero  passar esse exemplo da verdade para as meninas. Lógico que, em algumas fases da vida, também fiz minhas besteiras, contei minhas mentiras. Mas hoje, como uma mulher madura e mãe, procuro ter este como um dos meus maiores valores. Tomara, mesmo, que elas sigam esse caminho.


terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Um sorteiozinho



Lembram do livrinho que eu fiz de lembrancinha de maternidade da Rafaela, o "Minha amiga que acabou de sair da barriga", ilustrado pela premiadíssima Silvana Rando? Pois tenho ainda alguns exemplares dele e resolvi sortear mais cinco livrinhos para as leitoras aqui do blog. Só pra fazer um agradinho. Juro que as amigas que receberam e tiveram um segundo filho disseram que o livro foi bastante útil na adaptação do mais velho à chegada do irmão.
Sabe que até me sugeriram publicar, mas é bem difícil essa relação com as editoras, especialmente quando elas já têm algum livro publicado sobre a chegada de irmãos (se eu fosse uma pessoa famosa eu conseguiria, tenho certeza, mas não é o caso). Cheguei a me empolgar com a ideia de ampliar a história, fiz uns contatos mas depois acabei desistindo. Mas já fico feliz em saber que ele faz sucesso com as crianças.
Aqui tem a história completa pra quem quiser conferir.
Quer ganhar um? Então basta ser seguidora do blog e preencher esse formulário abaixo. Vale quem se inscrever para o sorteio até terça-feira que vem, dia 31. Vale até para as mamis internacionais.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Sobre dona Rafaela

Eu tenho uma comediante nata em casa. Rafaela, assim bebê, no auge dos seus 1 ano e 5 meses, faz graça e quer chamar a atenção o tempo todo. Ai de quem não der bola pra ela. Porque está certo que todo o bebê é engraçado com as suas fofices e artes. Mas no caso dela, eu vejo uma intenção específica de fazer as pessoas rirem o tempo todo, sabe como? Ela faz caretas, anda de um jeito engraçado com as pernas dobradas e os braços pra trás, força risadas pra chamar a atenção. Sai andando com a fralda ou uma calcinha na cabeça e não tira enquanto a gente não cair na gargalhada. É demais essa menina, gente, juro. Ela é absolutamente encantadora, essa minha palhacinha.

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Ela fala várias palavras, e fala bem direitinho algumas delas: mamãe é ma-mãe mesmo, não é ma-mã. Papai é pa-pai, e não pa-pá. Titia é ti-ti-a, assim bem certinho e soletrado. Acontece que ela resolveu chamar todo mundo de titia. Inclusive os homens. Ela olha pra cara do meu irmão e fala "ti-tia". Ele responde "é ti-ti-o, fala ti-ti-o". E ela devolve "ti-ti-a".  E o mais engraçado é que, como quer fazer amizade com todo mundo, ela sai por aí chamando todo mundo de ti-ti-a, sejam homens ou mulheres. Outro dia ela olhou bem pra cara de um garçom e soltou "ti-ti-a". Aí vai a mãe explicar que não é nada pessoal.

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Eu não sei se ela é mesmo tão maior do que a Luísa era nessa fase, mas a sensação que eu tenho é que, mesmo com três anos de diferença, as roupas da Luísa que não servem mais estão imediatamente servindo pra Rafaela. Vão direto da gaveta de uma para a gaveta da outra. Camisetinhas, calças fusô... tudo serve. Engraçado, isso.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Maquiagem em bebês? Que absurdo!

Daí que a avó deu uma distraída e alguém surrupiou sua necessaire de maquiagem do banheiro. Deu nissaê.
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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Pintando a cara

Quer mais uma dica de diversão garantida por um bom tempo em casa nessas férias? Compre essas pinturas de rosto em qualquer papelaria - eu compro na Kalunga que é bem mais barato (pareço criança naquele lugar). Tem tanto desses modelos pra passar com pincel como aqueles tipo lápis, que estão aí nessa foto. Dá pra pintar a criança, deixar ela pintar a gente, o maior barato. Aqui em casa sai todo mundo fica parecendo um palhaço lindo: pai com coração rosa na bochecha, mãe com peixe no nariz...
O ruim é que essa tinta é meio melequenta e se você esbarrar a mão em algum lugar vai sair logo. Mas também é fácil de lavar.


Fazendo pintura na mão da mamãe

Coração, borboleta e estrelinha são os favoritos


quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

As irmãs e as férias

Luísa está aproveitando bem as férias, mas ontem eu me dei conta de que quem está curtindo mesmo esse período é a Rafaela, que tem a irmã o dia todo pra brincar e fazer companhia.
Porque a bichinha acompanha tudo o que a Luísa faz. Não tem nada de bebezinho aqui, não. Ela corre, se joga, faz lanchinho junto, brinca de boneca, atrapalha as brincadeiras... está sempre presente fazendo os programas da irmã - que adora e faz questão de chamar a pequena pra participar. Mesmo quando a Luísa está brincando com as suas amigas. A Rafa se joga nas brincadeiras com as meninas, é a maior sensação. E a Luísa, em vez de ciúme, curte à beça.
Acho que quando começarem as aulas da Luísa, em fevereiro, quem mais vai sentir será a pequena, que ainda não vai para a escola. E, no fundo, acho também que a Luísa vai sentir um pouco de falta dessa companhia deliciosa e incrivelmente engraçada e encantadora que é a Rafaela.
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Pode dar o trabalho que for, mas é muito, muito bom ter o segundo filho, gente. Cada dia eu tenho mais certeza de que o melhor presente que eu poderia ter dado na vida para as minhas filhas foi dar uma irmã para elas.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Boletim informa: elas estão se divertindo

Uma das diversões da Luísa nas férias é passar o dia na casa das amigas ou convidá-las pra vir em casa. Ao contrário das amigas, que já ficam aqui sozinhas, sem a mãe ou a babá, a Luísa ainda não consegue ficar sozinha fora de casa. Tenho sempre que mandar a babá (e a Rafa a tiracolo) junto quando eu não posso ir. Aliás, esse é um assunto à parte: eu fico na dúvida sobre o quanto devo forçá-la a isso (ficar sozinha), porque às vezes até irrita tanto grude. Na verdade, resolvi não forçar, cada um tem seu tempo e espero que logo chegue a hora dela de se desprender. Tento ao máximo que ela fique sozinha, mas tudo tem seu limite.

Não sou daquelas mães que ficam ligando de 5 em 5 minutos pra perguntar pra mãe da amiguinha se está tudo bem, mas confesso que sempre fico curiosa pra saber como as coisas estão rolando. Imagino que as outras mães também tenham essa curiosidade/preocupação, então nos dias que recebemos amiguinhas em casa adotei a tática dos informes periódicos - que só foi possível graças à maravilhosa tecnologia dos telefones celulares (iPhone, eu te amo). Tiro a foto e mando imediatamente para o email ou para o celular da mãe com registros de momentos legais do dia.
Ontem, por exemplo, uma super amiga da escola da Luísa passou o dia em casa. Com chuva, elas ficaram limitadas literalmente a ficar dentro de casa, então ficamos inventando coisas pra elas fazerem (adoro essa parte): pintura, desenho pra colorir, jogos, filme na TV, lanchinho, vestir de mamãe e tudo mais. E, de tempos em tempos, eu tirava uma foto e mandava imediatamente por e-mail para a mãe da amiguinha dela pra mostrar as duas se divertindo.
Fala sério se você não ia gostar de receber esse boletim informativo no meio do dia?

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Os novos hits do guarda-roupa

Pri, essa é pra você!
 
Olha só o feito da semana: camisetas velhas totalmente repaginadas. Aprendi num site muito bacana que se chama Mamatraca, vocês conhecem? ;-)

O tutorial lindo-maravilhoso da Priscilla você vê aqui:



Dicas complementares para pessoas sem nenhuma noção de atividades desse tipo:

Para escolher o molde, você pode entrar em sites de costura e copiar um molde existente ou fazer o seu próprio risco. Eu, por exemplo, queria fazer um óculos igual a esse do vídeo e a Luísa escolheu uma bolsa e uma bonequinha (eram três camisetas lisas velhas que ela estava usando para dormir). Fui lá no Google Imagens e digitei o que eu queria: molde bolsa, óculos Ray Ban e molde boneca. Dali escolhi os moldes ou as fotos do que eu queria, ampliei e imprimi. Depois peguei o papel termocolante, que é meio transparente, e copiei no papel só o contorno do desenho (isso você fazia quando era criança). Detalhe: você tem que escrever na parte fosca do papel, e não na brilhante que é a da cola.

Para fazer a colagem, você coloca o papel termocolante com a parte brilhante sobre o verso do tecido que vai ser aplicado e passa com o ferro quente. Depois disso recorta o molde para o tecido ficar no formato que você quer. Tira então o papel colante e gruda essa parte com a cola na camiseta. Passa o ferro novamente por cima.
A dica é fazer um caseado nas beiradas do desenho com agulha e linha (na foto eu ainda não tinha feito), porque senão o tecido pode descolar quando você lavar. Olha só os da Fe como ficaram lindos. Eu peguei essas dicas de aplicação do papel aqui nesse site, que tem fotos ilustrando o passo-a-passo (no papel que eu comprei não tinha instrução). Google é tudo nessa vida, minha gente, qualquer leigo como eu se vira.

O papel termocolante eu comprei lá nas imediações da rua 25 de Março, aqui em SP, (aqui tem uma lista de endereços) mas você encontra facilmente em lojas de tecido ou armarinhos na sua cidade (aquelas lojas que vendem de tudo para costura). Os retalhos você pode comprar, pedir pra costureira ou usar o que tiver em casa.

Gente, juro, qualquer um consegue fazer e fica muito legal. Se estiver com medo de errar, faça um teste num pequeno pedaço de tecido antes de aplicar na camiseta, assim você tem ideia melhor de como funciona.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Educação financeira e o primeiro cofrinho quebrado

Bastante tempo atrás, acho que há quase dois anos, meu marido deu pra Luísa um cofre de porquinho, bem parecido com esse aqui da foto. Era pra ela juntar as moedinhas que ganhasse e guardar ali. E assim foi. De vez em quando a gente dava uma moeda e ela ia enchendo o porquinho. Explicávamos que quando o porquinho estivesse cheio, ela teria o direito de comprar um presente com aquele dinheiro - ou vários presentes de menor valor. Ela usaria o dinheiro dela como preferisse e começaria a ter uma noção de valor real das coisas.

Até que, neste final de semana, ela notou que o porquinho estava completamente lotado e pediu pra abrirmos. Como ela ainda é pequena e o objetivo não era fazer uma poupança para algum projeto específico, permitimos. Então lá fui eu quebrar o porquinho (tão lindo que era, mas não tinha aquela abertura falsa embaixo, não teve jeito). Esmaguei o suíno no chão dentro de um saquinho plástico e recolhemos as moedas.
Engraçado como ela ficou empolgada. Somadas as moedas, deu R$ 23 e uns quebrados. Explicamos, eu e meu marido, um pouco de noção básica de educação financeira pra ela, dentro do que uma criança nessa idade consegue entender, e ela ficou super animada.
- "Mamãe, então agora você não precisa mais dar do seu dinheiro, eu posso comprar com o meu!" (orgulho da mãe vendo a filha almejando a independência financeira hehe - agora só falta trabalhar).
Falamos que ela poderia usar esse dinheiro para comprar coisas pequenas, tipo figurinhas, e que dessa forma o dinheiro duraria mais. Mas sugerimos que ela pegasse essas moedas pra comprar um presente especial pra ela, que estava guardando as moedas há tanto tempo. Luísa decidiu, então, que queria comprar um livro (orgulho II).
Fomos à livraria e ali começou o perrengue, porque tudo o que ela queria custava mais caro do que o dinheiro que ela tinha. Interessante, inclusive, pra ela aprender que não podemos ter tudo o que queremos e que ela comece a ter noção do valor do dinheiro dos pais, que é ganho com muito suor e tem limites. Foi um exercício bem interessante.
Ela falou que queria um livro de princesas - eu geralmente evito os livros de princesas, mas desta vez o dinheiro era dela e achei justo. Todos eram mais caros (como livro é caro, né?), até que ela encontrou um que eu achei legal - as histórias eram escritas em inglês e espanhol e algumas palavras tinham aqueles botões com som que repete a palavra em inglês e em espanhol. Estava em promoção por R$ 40, ainda assim R$ 16 mais caro do que ela tinha.
Daí entrou novo exercício da educação financeira: a negociação. Explicamos que, como era um livro bacana que o papai e a mamãe tinham achado interessante pra ela, nós completaríamos o valor pra ela poder comprar o livro. E assim foi. E ela ficou feliz da vida. Está certo que ela só aprenderá o real valor do dinheiro quando começar a trabalhar, lá no futuro, e assim compreender que precisamos ralar muito para poder comer, pagar nossas contas, passear etc. Mas já é um começo - por mais desapegados do consumo que sejamos, vivemos em uma sociedade capitalista e o dinheiro, queira ou não, faz parte da nossa vida, certo?
Foi com pai até o caixa, explicou pra moça que ia pagar o livro com as moedas dela e assim foi. Levou a "carteira", despejou as trocentas moedas e fez a sua primeira compra, toda orgulhosa.
Trabalho mesmo teve a moça do caixa pra contar todas as moedas

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Merchan no anúncio do parto?

Entendo que as celebridades vivem de merchandising. Faz parte do pacote. Mas fazer merchan no dia do parto me parece algo fora da realidade. Ontem nasceu o filho da Wanessa Camargo e li em um site a íntegra do boletim divulgado para a imprensa em que, além de anunciar que o filho passa bem, vindo ao mundo por meio de uma cesariana, a nota explica que ela optou por coletar e armazenar as células tronco do filho com a empresa x, assim como fizeram as celebridades fulana, ciclana e beltrana. Ficou claro pra mim que ela ganhou o armazenamento das células tronco (assunto polêmico, aliás, que merece capítulo à parte) em troca de divulgar a informação. Até aí ok, mas divulgar junto com o boletim do nascimento, tudojuntomisturado?
Só a mim isso soa surreal ou vocês também acham demais?


Confiram a íntegra do boletim:

"As famílias Camargo e Buaiz estão em festa. Nasceu na tarde desta quinta-feira, na maternidade Pro Matre, às 16h16 em São Paulo, José Marcus, filho da cantora Wanessa e do empresário Marcus Buaiz.
O menino veio ao mundo cheio de saúde, pesando 3,60kg. O parto foi cesáriana e Wanessa optou por coletar e armazenar as células tronco de seu filho com a empresa xxx* assim como fez Juliana Paes, Letícia Spiller, Samara Filipo , Beth Gofmann e milhares de outras mulheres. Mãe e filho passam bem."

* Retirei do texto o nome da empresa pra não fazer propaganda de graça pra eles, afinal eu não ganhei armazenamento de cordão de ninguém (valeu pelo toque nos comentários, Paloma!).

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Como acabar com a brincadeira da imitação

Luísa anda numas de imitar a gente e fica repetindo o que acabamos de falar. Mas agora já saquei a dela e inverto a brincadeira. A de hoje foi boa:

- Luísa, o que você está fazendo?
- Luísa, o que você está fazendo?
- Desce aí do sofá, filha
- Desce aí do sofá, filha
- Vem aqui no meu colo
- Vem aqui no meu colo
- E para de me imitar, sua sem vergonha
- E para de me imitar, sua sem vergonha
Aí eu entro:
- Eu amo a mamãe
- Eu amo a mamãe
- Eu amo o papai e a Rafinha
- Eu amo o papai e a Rafinha
- Mamãe, você é linda
- Mamãe, você é linda
- Eu adoro brócolis
- Eu adoro blóqui (daí ela já me olha torto)
- Eu nunca mais vou fazer birra
- Eu nunca mais vou fazer birra (riso safado)
- Todos os dias eu vou tomar banho sem reclamar
(Pausa)
- Todos os dias eu vou tomar banho, mas sem reclamar não!!

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Meus desejos para 2012

A fofa da Vanessa me convidou pra escrever para esse calendário, mas eu estava viajando e infelizmente não consegui participar. Mas a ideia foi ótima, os textos estão excelentes e indico aqui para quem não viu o calendário de desejos de 2012 escrito por 12 queridas mamães blogueiras.

Aproveito a chance e deixo aqui meus desejos para este ano:

Muita saúde e paz, porque sem isso não adianta desejar mais nada.
Muito amor e bondade no coração.
Muitas brincadeiras para as crianças.
Tempinhos de pausa para as mamães colocarem o corpo, a mente e o sono em ordem.
Filhos para quem quer e ainda não tem ou já tem e deseja aumentar a família.
Menos preocupações com trabalho e dinheiro.
E o desejo de que aproveitem o agora. Não esperem que sonhos se realizem para que vocês sejam felizes. Sejam felizes com o presente, com o que têm, com o dia-a-dia, com um sorriso, com uma farra na cama num domingo de manhã. Busquem o simples, consumam menos, bebam mais água, amamentem seus filhos, brinquem com eles, façam as unhas, cuidem dos cabelos, viajem, curtam a vida!!

Beijo grande pra todo mundo e um feliz ano novo pra todas vocês, viu, gente boa do meu coração!!
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