quarta-feira, 31 de agosto de 2011

"The Lovely Fours"

Todo mundo sempre me dizia que a fase mais gostosa das crianças é aquela entre um ano e meio e três anos. De fato, é um período incrível de grandes transformações e muitas risadas. O auge, pra mim, foi entre dois anos e dois anos e meio. Não conseguia entender o que se tanto se falava sobre os "terrible twos", porque a Luísa era um poço de gostosura aprendendo a falar. Daí os famigerados deram o ar da graça e eu descobri o que eles significam: período de altas doses de birra e frustração intercaladas com fofurices sem tamanho.

Depois chegaram os três anos e eu acreditava que, enfim, aquela chatice iria melhorar, mas não melhorou. Conheci então os "terrible threes", bem piores que os "twos". Mas eu acreditava que isso tinha a ver com a minha gravidez e nascimento da Rafaela, o que poderia ter potencializado os ataques de birra e enfrentamento diários. Cheguei a reclamar aqui algumas vezes que a Luísa estava simplesmente insuportável. Conversando com algumas mães e lendo depoimentos em outros blogs, no entanto, descobri que de fato os três anos são uma fase muito chata do ponto de vista das birras e que os livros não dão tanta ênfase.

Mas eis que agora chegaram os quatro anos. E vão pensar que eu descobri os "terrible four"? Nada! Estou simplesmente a-m-a-n-d-o essa fase atual da Luísa. Acho que, desde o início dos dois anos, ela não estava tão fofa e encantadora. Pode ser que, para as pessoas de fora, até três anos seja uma fase mais engraçadinha, mais fofa, mais divertida. Mas, para os pais, essa visão é diferente (estou descobrindo isso agora). Luísa está muito, muito companheira. Carinhosa ao extremo, me abraça, beija, dá bilhetes, rouba flores e faz declarações de amor. Conversa como uma mocinha, ajuda a gente pra caramba, morre de amores pela irmã. Tem tiradas incríveis com a sua imaginação cada dia mais fértil, gesticula feito uma italianinha, inventa mil histórias (cada vez mais complexas) com suas filhas e amigas imaginárias.
Logicamente tem seus momentos chatinhos de chorar pra não querer tomar banho ou enrolar pra comer. Afinal ela ainda é uma criança. Mas acho que estamos vivendo aqui em casa um momento de auge de fofurice com as duas meninas - a Luísa agora assim mais companheira e a Rafaela na fase do encantamento absurdo com seus sorrisos e beijinhos distribuídos a torto e direito.

Pode ser que amanhã eu volte aqui pra dizer que essa boa fase da Luísa passou, porque afinal nada é para sempre nesse mundo da maternidade - nem o que é bom, nem o que é ruim. Mas tenho que registrar aqui que o meu nível de paixonite aguda pelas minhas filhas está no auge, acho que não dá pra aumentar mais.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Os brinquedos e a grana

Domingão baixou o espírito da arrumadeira e resolvi dar uma geral nos brinquedos da Luísa. Porque, senhor amado, como essa criançada acumula quinquilharia! Depois do aniversário, então, a coisa toma conta da sua casa de um jeito que parece que você vai ser engolida por tantos jogos, bonecas, massinhas e utensílios de casinha. Impossível manter arrumado. Eles vêm como um tsunami, invadindo cada ambiente da casa. Aniversário de duas ao mesmo tempo, então, sem chance de ser feliz.
Me deu siricotico e chamei a Luísa pra me ajudar a dar uma geral nas coisas enquanto a Rafaela dormia. A ideia era separar brinquedos para doação e, na leva, arrumar a tralhaiada toda. Porque pior que os brinquedos grandes são os pequenininhos, os infinitos papeizinhos e tranqueirinhas miúdas que vão se acumulando por gavetas, bolsinhas e tudo mais. Ficamos um tempão arrumando tudo, eu e a fofa da Luísa que adora uma arrumação e me ajudou pra caramba a separar as coisas.
Mas isso tudo foi pra dizer que, depois de umas duas horas jogando milhões de tralhas fora e separando outro tanto pra doar (até eu me desprendi dos meus bichinhos de pelúcia), encontro mais um bolinho de dinheirinho entre tantas outras notinhas de papel que nós já havíamos juntado.
Mas... peraí. Esse dinheiro é grande. E é verdadeiro! E são duas notas de cem reais verdadeiras! Simplesmente achei um macinho com DUZENTOS E QUINZE reais jogado no meio das coisas da Luísa.
Alguém pode me explicar como isso foi parar lá?

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Brincando no Parque – projeto legal

Enquanto sábado eu passei o dia fazendo um curso, meu marido e a minha mãe saíram para passear com as meninas e fizeram um programa super legal. Mas, como eu não estava lá pra poder escrever, o maridão hoje é o dono do post aqui do blog. Com vocês, o Luiz:

Apesar de situar-se perto de nossa casa, somente no último sábado resolvemos conhecer o Parque das Bicicletas na região do Ibirapuera  para estrear a “magrela “ da Luísa.

Curtimos muito a pista para pedalar,  mas o que mais surpreendeu não foi a boa infraestrutura para a prática das pedaladas, e sim a descoberta de um projeto super legal da Prefeitura de São Paulo chamado “Brincando no Parque”.  As atividades desenvolvidas por monitores simpáticos são bem diversificadas, desde de oficinas de arte e circo passando por teatro de fantoches, em que as próprias crianças assumem a função de representar os bonecos,  contação de histórias até a tradicional piscina de bolinhas e o pula-pula. 

Até para nós, pais e mães, é possível bater uma bolinha, já que existe também uma tabela de basquete e uma rede de vôlei, além de uma micro mesa de pingue-pongue e um joguinho de botão para nós marmanjos que querem matar a saudade dos velhos tempos.

Fiquei tão bem impressionado que resolvi fotografar tudo. Soube também que este projeto também existe em outras regiões da cidade,  em Guainazes e no Tatuapé (Parque Esportivo dos Trabalhadores)

O  projeto funciona aos sábados e domingos das 10 às 15 horas. Mas, infelizmente, este post não traz apenas  boas notícias. Fiquei sabendo, conversando com algumas pessoas, que o projeto tem data de validade e termina agora em outubro. Penso que, numa cidade como São Paulo, onde há uma carência de espaços e equipamentos urbanos voltados para o lazer dos nossos filhos, um projeto como o Brincando no Parque deveria ser estimulado e ampliado. Fica o apelo aqui para que ele seja preservado,  reforçado pelo lema da atual administração municipal de São Paulo - Cidade Criativa.




quinta-feira, 25 de agosto de 2011

A boneca e a criança de sítio

Ontem fui a um evento organizado pela Santa Constância, fabricante de tecidos, que estava lançando sua primeira coleção específica para o público infantil. Não trabalho com moda e também não sou tão ligada ao assunto a ponto de me importar se o tom de vermelho que vai ser usado pelas crianças no próximo inverno segue a tendência da Chapeuzinho Vermelho ou a da maçã da Branca de Neve. Também não me importo muito se a tendência é usar roupas com finalizações arredondadas ou em bicos.

Mas, além de uma palestra sobre sustentabilidade na fabricação dos tecidos que foi muito interessante, esse evento me fez pensar sobre meu próprio comportamento em relação à moda infantil comparando a primeira com a segunda filha. Eu fiquei pensando em como a gente passa a priorizar o conforto sobre a estética quando tem um segundo filho.

Com a Luísa, eu brincava de boneca. Separava sempre a roupa dela com antecedência, usava roupas nem tão confortáveis mas que ficavam mega master fofas nela. Usei muitas vezes aqueles bodies com golinhas engomadas que aparecem por fora do macacão porque achava chique. Colocava mil vestidos com meia calça e sapatinhos combinando, apesar de nunca ter gostado do estilo de roupas bolo de festa. Sempre fui na linha um pouco mais modernosa).

Já a Rafaela parece criança de sítio, como diz uma amiga. Abandonei as roupinhas jeans durinhas da Luísa, ignorei os bodies com golas, coloco menos vestidos e mais calças confortáveis. Deixo ela se sujar sem pena de ser feliz. E não tenho nem tempo de separar as roupas do dia-a-dia, vai no mau gosto da babá mesmo (adendo: incrível tal pessoa não tem noção alguma de combinação de roupas. Às vezes eu tenho que dar uma vetada porque passa dos limites do aceitável rsrs). E, nesse mesmo embalo, também não me preocupo mais em embonecar a Luísa. Até porque ela é da linha legging-camiseta o dia inteiro.

Evidentemente elas ficam mais arrumadinhas nos finais de semana e quando nós viajamos, mas ainda assim priorizo sempre o conforto - o que não significa que não compre roupas bonitas pra elas, ao contrário. Só deixei de brincar de boneca com elas. E certamente elas ficam muito mais à vontade para serem crianças como devem.


quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Morango sardento


Eu sempre tive sardas no rosto, desde pequena. Todos diziam que era um charme, mas eu não gostava muito. Nunca me esqueço do quanto me irritava com uma tia que, toda vez que me encontrava, ficava falando que ia contar minhas sardinhas.
Nos últimos anos, minhas sardas ficaram muito escuras por causa da  idade exposição ao sol e meu rosto parecia muito manchado. No começo deste ano, resolvi pela primeira vez na vida eliminá-las com um tratamento a laser. Perdi uma marca que andou comigo a vida inteira, mas ganhei um rosto mais limpo liso e uma aparência um pouquinho mais jovem (tipo fiquei uma garotinha de 18).

Estou contando isso porque Luísa ganhou de aniversário o livro "Morango Sardento", escrito pela atriz americana Julianne Moore com ilustrações da vietnamita LeUyen Pham (editora CosacNaify, com tradução no Brasil feita pela atriz Fernanda Torres). Julianne Moore escreveu esse livro baseada na sua própria história de infância. Diferentemente de mim, que só tinha sardas no rosto, ela era bem ruiva e com sardas no corpo todo, o que a fez ganhar o apelido de morango sardento na escola. Se eu me incomodava com muito menos, imagino o quanto as crianças ruivas devem se incomodar por chamarem a atenção e ganharem tantos apelidos - "arroto de Crush" era apenas um dos apelidos "carinhosos" de um amigo ruivo no colégio.
O livro trata desse assunto de uma forma muito graciosa e bem humorada. A autora conta como fez de tudo para se livrar das pintinhas (passou até suco de limão na pele) e também como lidou com a autorrejeição. O livro mostra que o fato de as pessoas brincarem com esses apelidos não significa que elas rejeitem o amigo - muito pelo contrário, trata-se apenas de uma marca como outra qualquer (não estamos falando aqui de casos de bullying, quando existe agressão, porque esse é assunto para outro post).
O livro mostra que para ser feliz é preciso se aceitar como é, seja com suas sardas e seu cabelo vermelho. E, depois que a gente cresce, isso definitivamente não importa mais. Questão de autoconfiança.


terça-feira, 23 de agosto de 2011

Um trambolho em 3D

A maior parte das animações para crianças lançadas no cinema nos últimos tempos tem saído na versão 3D, nova tecnologia que dá ainda mais vida às produções e que tem se mostrado ótima no quesito bilheteria (especialmente no que diz respeito à rentabilidade). Mas acho incrível como ninguém pensa nas crianças na hora de distribuir os óculos especiais, que são  grandes e pesados para os pequenos.
Luísa fica totalmente desconfortável e não consegue ficar de óculos no rosto por muito tempo, por isso acaba assistindo a maior parte do filme vendo tudo tremido, o que acho uma maldade. Isso faz, inclusive, com que ela se canse mais rapidamente e queira ir embora antes do término do filme.
Nos Estados Unidos e no Canadá foram lançados, no ano passado, óculos desenhados especialmente para crianças até oito anos, mais leves e confortáveis. Agora eu quero mesmo é saber quando eles chegarão por aqui. Descobri que a rede Cinépolis já oferece, mas em São Paulo até agora não encontrei. Donas redes Cinemark e Kinoplex, já passou da hora.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Foi só falar

Então que ontem eu falei que a Rafaela ainda não estava andando, né? Pois é, mas agora está. Ontem, no dia do aniversário de 1 ano, a mocinha começou a dar seus primeiros passos. Agora segura!!


domingo, 21 de agosto de 2011

1 ano da Rafaela. Já.


E a Rafaela, aquela mocinha que mal acabou de nascer, hoje completa um ano. Meu Deus, que delícia de menina que ela é!
E olha, vou ter que dizer: me desculpem aquelas mães que pensam que seus filhos são os mais alegres e sorridentes do mundo, mas não há no planeta uma figura mais sorridente e engraçada do que ela. Ela é absurdamente encantadora. Brava também, quando é contrariada, mas no restante do tempo é uma graça que não tem tamanho.  
A Luísa sempre foi muito tímida e reservada, especialmente quando bebê, então estou tendo uma experiência completamente diferente com a Rafa. Essa é daquelas que se joga pra qualquer um, sabe como? Sabe esse beijinho gostoso aí da foto? Então. Ela joga pra qualquer um. Dia desses estávamos descendo no elevador do prédio e tinha um morador mexendo no celular, não dando a mínima pra ela. Eis que a Rafaela começa a olhar pro moço e jogar um monte de beijo pra ele, tentando chamar a atenção. Se a gente vai com ela a um restaurante, logo ela faz amizade com os garçons, cozinheiros e pessoal das mesas vizinhas fazendo tchau, jogando beijos e sorrisos com seus quase seis dentinhos.  É uma comediante nata: às vezes estou tentando fazê-la dormir e começo a cantarolar baixinho uma canção de ninar, daí a figura de repente fica sentada e começa a dançar no meu colo e mandar beijos. Isso tudo gera um problema seríssimo para quem quer ser firme na educação dos filhos: ela consegue dobrar a gente com essa cara de sem-vergonha.
Com 1 ano a Rafa ainda não anda, mas está quase, quase. Já ensaiou alguns passinhos e quase corre apoiando em tudo, acredito que nas próximas semanas ela deve começar a andar (para nosso desespero, porque essa tem cara de que vai nos dar muito, mas muito trabalho correndo pra todo canto). Ela fala mamãe, papai, Tata (a Luísa) e alguns monossílabos. Gosta de comer as frutas inteiras, sem picar. Adora ameixa, uva, banana e morango. Está comendo melhor os salgados também. Ainda acorda de madrugada para mamar (não consegui tirar isso ainda) e chupa chupeta. Quase não tem cabelos, mas já tem seis dentes (quatro em cima e dois embaixo – a irmã, com um ano, só tinha os dois de baixo). Não quer saber dos brinquedos dela, só dos da Luísa, infinitamente mais divertidos. 

Sei que hoje passou um filme pela minha cabeça. Faz um ano que me tornei mãe de duas (contei sobre o meu parto aqui). E a cada dia agradeço aos céus por ter tomado a decisão de ter mais um filho. Não apenas pela doçura que é a Rafaela, mas por ver a coisa mais linda do mundo que é a relação de amor e cumplicidade entre as duas irmãs. Dá trabalho, evidentemente que dá. Mas só vivenciando essa experiência pra saber o que ela significa.
Parabéns, filha.  Que Deus te ilumine. E obrigada por ter vindo trazer tanta alegria pra gente. 

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

O Rei Leão



O desenho do Rei Leão é um clássico. Uma verdadeira obra-prima lançada pela Disney em 1994 (sim, já faz tudo isso!) e que agora está sendo relançada nos cinemas na sua versão em 3D. Fui convidada para ver a pré-estreia e levei a Luísa - não poderia perder de apresentar a ela esse filme que marcou uma geração e representou uma nova fase no mundo das animações.
Me emocionei  já em uma das primeiras cenas, quando o leãozinho Simba é erguido aos céus,  apresentado pela primeira vez ao mundo, e reverenciado por todos os animais como o futuro rei da selva.   
Mas, conforme o desenho foi se desenrolando, me dei conta do quanto ele é forte e denso.  Forte ao ponto de ter feito a Luísa chorar de tristeza com a morte do leão-rei  Mufasa (e meu coração ficou pequenininho nessa hora também, ao ver aquele chorinho baixo sofrido).  Na primeira metade do filme, especialmente, há cenas muito marcantes de traição, de violência, de sofrimento, de tristeza.  Luísa, sensível que é, ficou encolhida no meu colo e algumas vezes disse que queria ir embora.  Tive que distraí-la com detalhes das cenas para que ela conseguisse ver até o final.  
A segunda parte é mais leve – depois da morte do pai, Simba se embrenha pela selva e passa a viver o estilo de vida livre de “Hakuna Matata” com um um engraçado suricata chamado Timão e seu parceiro Pumba, um javali que odeia ser chamado de porco.  Simba ignora suas verdadeiras responsabilidades até que entende seu destino e retorna ao reino para reclamar seu lugar no “ciclo da vida”. 
O filme é belíssimo, a trilha é excepcional e as mensagens são lindas – “Tudo o que você vê aqui faz parte de um delicado equilíbrio”, diz o leão pai ao seu filho Simba quando lhe apresenta a natureza e a selva onde vivem.  Mas ainda tenho dúvidas se este é mesmo um filme para crianças. Ou pelo menos para crianças menores de cinco anos, como é o caso da minha. Talvez ela ainda esteja mais na fase de viver a leveza do Ursinho Pooh
Ao final, quando terminou o filme, perguntei se Luísa gostou e ela disse que sim. Mas ela própria me disse que tem umas partes chatas, como por exemplo quando o leão invejoso mata o próprio irmão (me diz se não é um pouco  pesado pra ela?). Eu, evidentemente, gostei de rever esse clássico. E achei que a versão em 3D ficou super bem feita.
Ah, e gostei muito também de uma frase do leão-pai para a leoa-mãe em uma madrugada, quando o filhote Simba começa a chamá-lo: “Vai lá. Antes do sol nascer o filho é seu”. Gostei, acho que vou adotar essa máxima aqui em casa também, que tal?
À época do seu lançamento, O Rei Leão foi indicado a quatro  Oscar e venceu dois, nas categorias melhor canção original (por “Can You Feel The Love Tonight”, de Elton John) e trilha sonora  (Hans Zimmer). No Brasil, a versão em 3D ficará nos cinemas por duas semanas, a partir de 26 de agosto.  No dia 28 de setembro deve acontecer a estréia em  Blu-Ray de alta definição e em 3D.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

E as ganhadoras do sorteio da Joanninha foram...

A boa notícia é que, em vez de um, a Joanninha resolveu dar DOIS vales-presentes de um mês de aluguel de brinquedos para os leitores e leitoras do Projetinho de Vida!
E as vencedoras foram a Daniela Carreiro e a Paula Dreguer, parabéns!! E Paula, que maré de sorte, hein, minha filha? Ontem ganhou o sorteio lá da família madeirita do Super Duper (humpf) e agora ganhou aqui também! Dá um pouquinho?
Meninas, por favor mandem um e-mail para contato@joanninha.com.br com os dados de vocês para contato (telefone e endereço).

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Me diz se não é pra morrer de tanto amor

Aí sua filha chega com um bilhetinho todo cheio de rabiscos e desenhos coloridos e te entrega.
-Olha, mamãe, fiz pra você esse catão
- Que lindo, filha. E o que está escrito aqui?
- Ma-mãe, eu-te-a-mo


Ownnnn....não aguento isso, juro por Deus. É um amor que não cabe dentro da gente.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

A escondedora oficial de chupetas

Não sei como é que somem todas as chupetas da Rafaela dessa casa. Ela tem várias, mas vira e mexe não acho nenhuma.  Porque descobri que a figurinha gosta mesmo é de esconder suas próprias chupetas. Acho que ela deve pensar que a gente gosta de brincar de caça ao tesouro.
Ontem mesmo tinha uma no lixo do meu escritório. Agora pouco a babá quase jogou outra fora porque estava dentro de uma caixinha de sapatos vazia. Deve ter um monte delas espalhadas pelos brinquedos.
Rafinha também adora enfiar tudo debaixo do sofá ou em qualquer outro cantinho onde a mãozinha dela caiba.
Vou ter que comprar um detector de chupetas, ou então contratar um daqueles cães farejadores. Alguma indicação?

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Cara a Cara

Esse é o do meu tempo
Eu amava jogar Cara a Cara quando era criança. O jogo consiste em adivinhar a carta do adversário, então você vai fazendo perguntas sobre as características físicas do personagem e chega à resposta por eliminação. É mulher? Sim, então abaixa todos os homens. É loira? Usa óculos? Cabelo curto? E por aí vai. Super bacana.
E o legal é que esse jogo, assim como vários outros da minha infância, foi resgatado e hoje continua disponível no mercado. Luísa pediu de aniversário para a avó um Cara a Cara versão princesas e eu adorei a ideia. Porque jogos ajudam muito no desenvolvimento das crianças e, melhor ainda, envolvem a família toda na brincadeira. Ela amou o jogo - ontem acho que brincamos umas 13 vezes seguidas...

Mas tenho que dizer que fiquei horrorizada ao ver como caiu a qualidade do produto. No meu tempo, ter um brinquedo da Estrela significava ter coisa boa. Os produtos eram bons, bem acabados, duravam muito tempo sem quebrar. Ontem fui abrir o jogo da Luísa pra montar as peças e tomei um susto: peças frágeis, molengas, que ficam com resquícios do plástico quando você destaca da cartela. O papel vagabundo das cartas rasga já na hora de destacar. Quando você vai baixar uma das figuras, três ou quatro caem juntas porque estão grudadas pelos restinhos do plástico. A Estrela definitivamente já não é mais uma Brastemp.

PS. Ah, e hoje é o último dia do sorteio da Joanninha, aquele em que você pode ganhar um vale-presente de um mês daqueles brinquedos lindos de madeira que só a Joanninha tem. Aqui, ó

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Sobre a festinha do dia dos pais

Eu achei muito legal a iniciativa da escola da Luísa para comemorar o dia dos pais e dia das mães este ano: em vez de festa grande para a escola toda, eles chamaram para um lanchinho. Festinha íntima, dentro da sala deles. Cada aluno leva um lanchinho e depois eles se sentam com os pais ao redor da mesa pra bater papo e comer. De uma forma bem íntima, descontraída e sem constrangimentos. Ao final, entregam a lembrancinha que fizeram na escola para os pais e vão pra casa.
Acho que ainda não é o ideal, considerando que hoje existem novas configurações nas famílias e nem todas as crianças podem ter um pai ou mãe presente. Acho que a criação do dia da família é algo mais moderno e que contempla os diferentes modelos familiares (pais separados, casais homossexuais etc).
Ainda assim, gosto da simplicidade com que a escola dela trata essas ocasiões. Nada de ostentação, nada de grandes presentes ou grandes festas. E admito que eu queria ser uma mosquinha pra ver esse momento gostoso entre os dois, que deve estar acontecendo agora. (A Luísa é super jogo duro com o pai, mas ao mesmo tempo é completamente apaixonada por ele.)
Feliz dia dos pais a todos os pais, especialmente ao pai das minhas filhas, que me construiu comigo essa família linda.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

A pranta

Sempre falei aqui que eu acho lindo criança pequena falando errado. Eu fico até com pena de corrigir, porque sei que logo vão aprender a falar certo. E mãe nunca quer que o filho cresça, né?
Mas Luísa agora deu pra falar "brusa", "pranta" e "frô", já viu essa? Assim também não dá, né? Daqui a pouco tá falando bassoura, iorgute, largatixa...

***

Ah, e o sorteio da Joanninha ainda está de pé, hein? Se você tem algum endereço em São Paulo ou Alphaville pra poder receber e entregar os brinquedos, não deixe de participar! Até eu queria me inscrever nesse sorteio, posso?

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Quatro anos

Há quatro anos ela nasceu e mudou a minha vida completamente, para sempre.
Obrigada, filha, por me ensinar o que é ser feliz de verdade.
Parabéns, Luísa querida. Te amo profundamente.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Um sorteio muito bacana

Quando a Anna Fauaz e a Alessandra Piu entraram em contato comigo para me apresentar o projeto delas, o site Joanninha, eu pirei. Eu já gostava do conceito do aluguel de brinquedos, que mostra que o importante não é ter o brinquedo, mas sim brincar – e, além disso, não ficar entulhando a casa de brinquedos encostados. Mas o Joanninha é diferente e muito mais legal do que tudo o que eu já tinha visto nesse ramo: elas alugam brinquedos de madeira, produtos muito mais ecológicos que os brinquedos de plástico que invadiram nossas vidas. E, além da proposta sustentável, são brinquedos lindos, chiques, dá vontade de ter alugar todos! Dá uma olhada nisso aqui:


Daí que eu achei o projeto delas tão a minha cara que propus a elas uma parceria e elas toparam! Isso significa que o Projetinho de Vida vai sortear um vale-presente de mês de aluguel de brinquedos na Joanninha!! O único porém é que elas por enquanto só atendem quem mora em São Paulo e Alphaville, então infelizmente não vai dar pra fazer um sorteio nacional.  (Quem quiser a Joanninha na sua cidade manda um e-mail pra elas! contato@joanninha.com.br). O conceito do aluguel de brinquedos é simples: você paga uma taxa mensal (são três categorias) e tem direito a um número de joaninhas, a "moeda local". Cada brinquedo custa um nûmero x de joaninhas e isso determina quantos deles você poderá retirar por mês. Depois de um mês, pode trocar todos os brinquedos ou ficar com eles por mais um período. Entra lá no site pra conhecer mais detalhes.

Esse sorteio só tem uma regrinha diferente dos demais: para participar, você tem que ir lá no site da Joanninha, escolher o brinquedo que você mais gosta e escrever aqui no blog junto com as outras regras, que são:
-       - Ser seguidor do Projetinho de Vida
-    - Preencher o formulário abaixo com seu nome, e-mail de contato e blog se tiver
-       - Se divulgar no Twitter ganha mais uma chance e se divulgar no Facebook ganha outra chance. Mas aí tem que deixar um comentário aqui no blog dando o link, combinado?
Sugestão de frase para o Twitter e Facebook é: Quer ganhar um mês de brinquedo alugado da Joanninha? Corre lá no www.meuprojetinhodevida.blogspot.com

Vale quem participar até a próxima segunda-feira, dia 15.

Ah, e o meu brinquedo preferido é esse aqui, ó, me digam se não é um sonho de lindeza?

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Paradoxo

Quando a minha primeira filha falou "mamãe" pela primeira vez, eu chorei de alegria. Que conquista, que coisa linda, que cuti-cuti, que delícia, quero mais! Fala mais, filha!
Quando a segunda filha soltou seu primeiro "mamãe" eu chorei de novo. Mas chorei porque ela está crescendo rápido demais. Ainda não estava na hora de ela começar a falar. Fica bebê, filha!! Não cresce tão rápido!

***

E hoje eu sou a blogueira convidada do ilustre e querido Minha Mãe que Disse, falando sobre as mães de restaurante. Aqui, ó.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Segredinho, abaixa aqui

Vou contar um segredo aqui mas vocês têm que prometer que não vão contar pro meu marido, ok? E tenho que torcer pra ele não ter tempo de ler o blog até o dia dos pais. É que a ideia é bacana e eu resolvi compartilhar antes da data caso alguém também queira fazer.
Bem simples. Na verdade a ideia não é minha, vi em outro blog (me esqueci qual foi e vou ficar muito agradecida se a dona da ideia se manifestar aqui) no ano passado.
Seguinte: a Luísa e a Rafaela vão entregar uma série de vales-presente. São dez papeizinhos escritos "vale 1 beijo", cinco "vale um abraço", cinco "vale uma soneca", um "vale um passeio sozinho com a Luísa" e um "vale um passeio sozinho com a Rafaela". Os vales podem ser recortados de um papel A4 (sulfite branco ou papel colorido) ou escritos em Post it.
Fica mais legal se seu filho/filha já souber escrever e fizer com a letrinha dele. Mas como eu adorei tanto a ideia e não tenho paciência para esperar até a Luísa aprender a escrever, resolvi fazer com ela este ano mesmo. Escrevi os vales e ela complementou com os desenhos e rabisquinhos dela. Mas olha que os rabiscos têm significado: num deles eu perguntei o que ela estava escrevendo e ela respondeu "te amo, papai".
Não é a coisa mais fofa?
E tenho certeza que o pai delas vai adorar mais do que qualquer presente. Ainda mais que a Luísa é toda jogo duro com ele. Ela está super ansiosa e já queria até entregar antes da hora. Depois conto como foi. E fica a dica pra quem quiser fazer também!

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Irritando Roberta Lippi

Sabe a coisa que mais me irrita na vida pós-maternidade?
Ir ao supermercado.
Imagem daqui

Porque antes de ter filhos, tudo bem se não tivesse nada na geladeira. A gente se virava com o que tinha ou pedia alguma comida delivery. Passava à noite na padaria depois do trabalho e o lanchinho estava resolvido. Mas depois que a gente tem filhos essa relação com o supermercado, com a despensa e com a geladeira muda completamente, né?
A casa tem que estar abastecida o tempo todo com frutas, verduras, alimentos frescos, carnes e afins... E a sensação que eu tenho às vezes é que acabei de voltar do supermercado e já acabou tudo de novo.

E olha que ultimamente tomei algumas medidas que ajudaram bastante nessa rotina e eu não preciso ir mais três vezes por semana ao supermercado como antes:
- A cada dois ou três meses, mais ou menos, vou a um atacadista e faço uma comprona de não-perecíveis. É uma beleza, vale super a pena. Isso ajuda a reduzir o tempo que eu gasto no mercado durante a semana.
- Com a dieta que fazemos em casa, orientada pela minha nutricionista, o cardápio semanal é pré-definido, ou seja, já compro na segunda-feira exatamente o que vou precisar para a semana toda. Isso evita desperdícios e também aquela outra coisa que eu odeio de morte morrida que é a moça que me ajuda em casa vir me perguntar o que ela deve fazer para almoço. Com o cardápio da semana já fechado, com lista de compras semi-pronta, é uma beleza.

Ainda assim, preciso fazer uma compra grande no início da semana e passo pelo menos uma hora e meia  dentro de um supermercado. Ontem, por exemplo, não consegui ir e vou ter que sair agora pra fazer compras cheia de trabalho acumulado no escritório pra fazer. (tempo pra blogar a gente acha, né?)

Já que umas queridas fofas se ofereceram pra me ajudar arrumar as fotos, será que alguém não quer se oferecer pra fazer o supermercado pra mim também? rsrs (Mas o pior é que eu acho que só eu sei fazer direito as compras da casa, sabe como? E também não gosto do delivery, porque quero ver as coisas na mão e ainda aproveitar os melhores preços #aneurótica)

Vocês também se irritam com isso ou sou só eu?

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Descontrolei

Confesso. Perdi o controle.
Desde que a Luísa nasceu, sempre tive uma disciplina com a organização e impressão de fotos, justamente para não me perder quando o volume aumentasse. Até ela completar um ano, mais ou menos, eu imprimia quase tudo. Logicamente filtrava as repetidas, mas procurava montar álbuns com as fotos mais legais, fossem elas de eventos específicos como viagens e aniversários ou de momentos cotidianos. Depois, evidentemente, o volume de fotos foi aumentando muito e achei que não era necessário imprimir tanta coisa. Mas estabeleci a regra que imprimiria as fotos de eventos especiais e daquelas do cotidiano apenas selecionaria algumas para colocar em porta-retratos.
Consegui manter isso por um bom tempo organizado.
Mas agora está na fase do descontrol total. Já faz um ano (seria coincidência com o nascimento da segunda filha?) que não guardo uma foto sequer em um álbum. As fotos de Buenos Aires estão impressas há um século e por enquanto só tem servido para as brincadeiras da Luísa.  Tem um zilhão de fotos das meninas acumuladas no micro.
Nos tempos do filme a gente não tinha esse problema, né? Era um filme de 24 ou 36 poses com algumas queimadas, outras desfocadas, umas três com os olhos fechados e o resto a gente imprimia e guardava naqueles albuns que ganhávamos da própria loja que revelava as fotos. Não vou dizer que tenho saudade daqueles tempos (se bem que a qualidade da foto preto e branca de filme é imbatível), porque acho incrível você poder ver a sua foto na hora e não perder momentos importantes. Mas o problema é que o volume que acumulamos é infinitamente maior.

E agora, José? Simplesmente não tenho tempo pra organizar isso tudo.
- Desencano e pulo algumas etapas?
- Paro de imprimir fotos?
- Pago alguém pra arrumar isso pra mim? (e como é que a pessoa vai saber a ordem das coisas?)

Como é que vocês fazem com as fotos digitais, plis, me digam?