sábado, 30 de julho de 2011

Alguém quer? #2

Da mesma pessoa que perguntou se eu ia sair de pijama:


O pai sai pra cortar o cabelo. Quando entra em casa:

- Papai, você pintou o cabelo!
- Claro que não pintei o cabelo, Luísa!
- Pintou, sim!
- Não pintei nada, Luísa, não inventa. De onde você tirou essa história?
- Pintou o cabeeeelooo, pintou o cabeeelooo, pintou o cabeeeeloooo!!!!

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Alguém quer?

Eu terminando de me arrumar pra sair (uma camisa e uma calça jeans básica), daí chega Luísa com essa:
- Nossa, mamãe, que legal, você vai sair de pijama!

Grrrrrrrr

******
- Mamãe, me passa essas duas caixas aí da sua mesa, por favor?
- Pega aqui, cuidado pra não deixar cair
- Obrigada
.
.
- Mamãe, quando a gente fala obrigada, você fala o quê mesmo?

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Da série Mães Egoístas, Más e Sem Coração

Na volta da praia, eu e Rafaela trouxemos de brinde uma conjuntivite. A dela veio leve, a minha bem chatinha. Mal cheguei e fomos ao pronto-socorro pra cuidar desse bichinho chato. Soro fisológico, colírio, muita água com sabão e álcool gel para higienizar as mãos, óculos escuros até dentro de casa e tudo mais.
Mas preciso fazer uma confissão que pode me jogar agora lá para a lista das mães mais egoístas do mundo. Sabem qual é a minha maior preocupação? É não passar essa conjuntivite pra Luísa.
Até aí tudo bem, né, uma mãe preocupada com a sua outra filha (que por sinal acaba de se recuperar de uma virose relâmpago que a deixou três dias com febre, tadinha, e foi embora do mesmo jeito que chegou), isso não tem nada de egoísmo.
Mas, no fundo dos meus pensamentos, tenho que admitir que o que mais tem me amedrontado na verdade é: era só o que me faltava, agora que vão recomeçar as aulas, Luísa ter que ficar mais uma semana em casa por causa de uma conjuntivite!!
Sou muito má?

PS. Eu adorei passar mais tempo com ela nas férias, fizemos muitas coisas legais. Mas uma hora a paz tem que reinar a rotina tem que voltar, né? Um mês já não é suficiente?

terça-feira, 26 de julho de 2011

Quando o açúcar faz um bem danado

Mesa do restaurante. Seu filho já comeu e agora está sem paciência de esperar você terminar a sua refeição. Cansou dos brinquedinhos que você levou para entretê-lo. Se você se esqueceu de levar, então (que mãe relapsa!), pior ainda. Pede pra fazer cocô, diz que quer ir embora, reclama de dor de cabeça, começa a choramingar, inventa qualquer coisa pra te atazanar.
Neste momento, entra em ação uma das 7 maravilhas do mundo para crianças: o açúcar em saquinho. Porque, dona União, seu produto refinado é um veneno para a saúde, mas o saquinho unitário com diferentes imagens que vocês criaram dá pra fazer um jogo da memória incrível e entreter a criançada por um tempão, tenho que admitir!
Primeiro peça para o filho encontrar o máximo de parzinhos possível. Vale procurar nas mesas vazias para juntar o maior número de duplinhas. Daí é só começar a jogar e devolver os saquinhos no final!! Boa diversão!!

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Pausa pra respirar um ar não poluído e ouvir o barulho do mar

Estou achando que não tem lugar melhor para levar as crianças no inverno do que a praia. Delícia poder deixar criança correndo à vontade sem ficar com medo de perdê-la no meio da multidão de guarda-sóis e gente. Delícia sentir esse friozinho regado a cheiro de mar.
Luísa até sarou do febrão alto que a deixou derrubadinha por três dias. E a Rafa... bem, essa daí se diverte em qualquer canto. Bebê mais sorridente e engraçada que já vi na vida (#maecoruja).
Logo eu volto, gentchs.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Só no canudinho

Quem aguenta essa mocinha, que nem cabelos tem ainda, se esbaldando de tomar suco de melancia no canudo?
Eu não aguento. Mordo muito.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Minha Mãe que Disse


Existe alguém que acompanha a blogosfera materna que nunca se matou de rir com os textos incríveis da Roberta, do Piscar de Olhos, ou nunca quis morder as bochechas do João Astronauta, filho da querida Flávia? Acho difícil.
E não é que essas duas amadas se juntaram? Elas acabaram de lançar um projeto muito bacana, o Minha Mãe que Disse, um portal que pretende reunir todos os blogs de mães num lugar só. São mais de 700 catalogados até agora (senhor amado, por isso que eu não estava mais dando conta de tanto blog pra ler).
Se você tem um blog materno/paterno e ainda não está por lá, entre em contato com elas. Não tem critério de seleção, é só entrar que a casa está aberta.
Desejo a essas duas queridas muito sucesso nesse portal, que tende a se tornar uma grande referência sobre os blogs maternos. E prova de que nesse mundo virtual não há distância é que a Roberta mora em Cingapura e a Flávia em Barcelona, vejam só.
De estréia, ainda tem sorteio bacana, corre lá. E é claro que eu não ia ficar de fora e também estou participando do sorteio do Minha Mãe que Disse, né, minha gente?

Uma Casa, Mil Olhares

Enquanto nós, adultos, estamos aprendendo que precisamos cuidar melhor do nosso planeta para que as gerações futuras possam viver bem e suprirem suas próprias necessidades, nossos filhos parecem já nascer com o conceito de sustentabilidade embutido, apesar de ainda não entenderem muito bem o que significa essa palavra difícil. Dentro do que lhes cabe enquanto crianças nessa responsabilidade, eles já aprendem desde cedo que precisam cuidar do planeta - "senão o mundinho fica tiste, mamãe". Eles nos chamam a atenção se escovamos os dentes com a torneira aberta, se demoramos no banho, se esquecemos de levar as sacolas retornáveis ao supermercado ou se não separamos o lixo. Eles se incomodam se vêem lixo na rua, enquanto na minha geração era comum as pessoas jogarem lixo pela janela dos carros no meio da estrada.

Ainda assim, todos ainda temos muito a aprender, inclusive as crianças. A questão do consumo consciente, por exemplo, é um grande desafio para essa geração. O Shopping Eldorado montou uma iniciativa bem interessante agora no período de férias de julho para as crianças, a chamada Casa Sustentável, e convidou algumas blogueiras para conhecer e levar as crianças. Em um espaço de cerca de 100 m², foi montada uma casa ambientada em seis espaços diferentes de acordo com os estilos de vida da família brasileira entre as décadas de 50 e 90. O conteúdo técnico foi elaborado pelo Instituto Akatu. Cada ambiente traz referências sobre um tema: a sala traz elementos que mostram o consumo de energia em eletro-eletrônicos, o quarto tem como tema moda, consumo, vestuário e brinquedos. A cozinha (uma graça) fala sobre reaproveitamento de alimentos e reciclagem; o banheiro ensina sobre uso racional da água e solidariedade; o quintal sobre a relação entre homem e a natureza; e a rua fala sobre convivência no espaço público.
Monitores levam os visitantes ao passeio, explicando cada um dos espaços. Luísa, evidentemente, ainda é pequena para compreender todas as explicações, mas certamente alguns elementos mais lúdicos ficarão marcados na cabecinha dela. Ao final do "tour" pela casa, as crianças podem fazer uma atividade de artes com material reciclável - ela fez uma flor tão linda de garrafa pet que dá vontade de fazer uma atividade dessa na festinha de aniversário delas para que as crianças levem a flor como lembrancinha pra casa.
Se vocês tiverem a chance de passar lá no Shopping Eldorado até o dia 31 de julho, não deixem de levar as crianças (especialmente de 4 a 12 anos) para conhecer a Casa Sustentável (ela fez parte da Virada Sustentável que aconteceu no parque Ibirapuera recentemente). Fica no primeiro piso, na praça de eventos. A experiência vale para os adultos também (eu, por exemplo, não sabia de várias coisas que foram ditas ali).
A entrada é gratuita. Para saber mais, acesse o Twitter @shopeldorado.

terça-feira, 19 de julho de 2011

A caminha de boneca que qualquer criança pode ter

Eu vi isso aqui e fiquei louca. Tenho que fazer AGORA com a Luísa, pensei. Fomos lá no quartinho da bagunça, pegamos umas caixas de papelão que estavam guardadas, um rolo de fita e logo saiu essa caminha de boneca onde agora dorme a Mariana, filha mais nova da Luísa, e o cachorrinho dela.
Aqui pelas fotos não dá pra ver perfeitamente, porque ficaram escuras, mas o passo-a-passo eu peguei lá no blog Kids Indoors (depois eu é que sou a Mr. Maker!! Dêem uma olhada em cada coisa legal que a Gisele faz com a criançada). No original foram usadas umas pecinhas de plástico da Makedo (eu quero, eu quero!!) para prender as bordas do papelão, mas como eu não tinha esse kit, usei fita colante mesmo e deu super certo.
Basicamente você vai usar uma caixa de papelão pequena para fazer a base da cama e outra caixa para recortar a cabeceira (recortei de olho mesmo, sem molde) e as gradinhas de proteção. Com a fita você prende as cabeceiras e a grade e pronto!!!
Lógico que dá pra deixar mais chique encapando ou pintando a caixa e as cabeceiras. Mas eu achei bacana deixar desse jeito mesmo, para deixar mais clara a ideia do reaproveitamento do material. Dali foi só colocar a boneca pra dormir e usar uma fraldinha da Rafa como lençol.

Eu queria mesmo era fazer também a cama de papelão para a Luísa, igual à da boneca. Mas acho que não ia ter onde colocar e ia ficar um trambolhão aqui em casa.


segunda-feira, 18 de julho de 2011

Convocando a maternidade real

A mãe já havia levantado várias vezes durante a noite. Ora um filho, ora outro. Mas isso ela já estava acostumada e fazia sem reclamar.
Por volta das 4h30 da manhã, seu bebê de pouco menos de um ano acorda e ela vai niná-lo como de costume. Percebe que ele está com fome e o alimenta. Ele dorme no seu colo mas não quer ser colocado no berço. A mãe, então, fica de pé ninando a cria como sempre faz. Mas o tempo foi passando e nada de conseguir colocá-lo para dormir. Quando ela o punha no berço, de olhos fechados, ele acordava e começava a chorar. A mãe então o pegava novamente no colo e, calmamente, dava passos pelo quarto escuro, sem emitir qualquer ruído, para ver se o filho adormecia de verdade. Ela tentava sentar na poltrona ao lado do berço, mas ele reclamava. Queria ficar de pé. O tempo foi passando e a mãe começou a ter dor nas costas por ficar tanto tempo em pé com o bebê no colo. Tentou levá-lo para a cama dela, mas novamente ele esperneava. Queria ficar em pé. Era só a mãe levantar que ele se acalmava e dormia novamente. Mas ela tinha de ficar em pé.
Quase duas horas depois, com as costas doendo muito e um cansaço mental ainda maior, a mãe desiste de fazê-lo dormir e resolve tentar brincar com o filho. Mas ele não quer brincar. Ele quer dormir no colo da mãe em pé. A mãe chora de cansaço e de dor nas costas. Porque se o filho estivesse doente, ela passaria dez horas em pé com ele no colo se fosse preciso. Mas não era o caso. Ela sabia que era manha.
A mãe estava sozinha em casa naquela noite com as crianças e não tinha com quem dividir aquele fardo (fardo sim, porque naquele momento a situação não era nada light e as mães são humanas, certo?).
Chorando, então, ela decide que o filho precisa perceber que não pode fazer isso com ela. Ele não tinha o direito de exigir que a mãe não se sentasse ou se deitasse com ele no colo.
Ela então coloca seu filho no berço e o deixa chorando por um periodo bem curto mas que parecia uma eternidade. Fica sentada na cama ao lado do berço olhando para o filho, pra mostrar que estava ao lado dele. Ele chora, esperneia. Ela está em frangalhos, mas persiste. Depois de poucos minutos (ou seria segundos?), pega o filho no colo de novo. Ele se acalma, deita nos ombros dela. Ela lentamente se senta, mas o filho insiste que ela fique em pé. A mãe resolve ser mais firme. Deixa o filho no berço, dá um beijo nele e sai do quarto. E a criança fica ali por alguns minutos chorando. Até que vai se acalmando, acalmando, e dorme sozinho.

Agora me digam, mães da maternidade real: é justo condenar uma mãe por deixar seu filho chorando em uma situação como essa?  Ainda acham que, em qualquer situação, o filho é quem manda e que deixá-lo chorando irá lhe causar traumas? Acham que essa mãe foi preguiçosa ou que negou carinho ao filho? O que vocês fariam?

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Das coisas que a gente aprende como mãe de segunda viagem

Além de ser ótimo para o bebê, do ponto de vista prático da alimentação não há nada mais fácil e cômodo do que amamentar, fala a verdade? O bebê está com fome e pronto, a comida está ali. Quentinha, na temperatura certa, na medida certa, a qualquer hora do dia ou da noite.
Mamadeira é aquela preguiça, especialmente de madrugada. Bebê acorda, chora no berço, você pega no colo e tem que ir até a cozinha pra preparar.
Com a Luísa era assim, depois que ela desmamou:
Visualize: você está com o bebê em um braço e a mamadeira na outra mão. Daí você tem que abrir a torneira do filtro, encaixar a mamadeira na saída do filtro (isso tudo ao mesmo tempo) e depois fechar o filtro. Tudo isso usando apenas uma mão. E detalhe: no escuro, porque eu não tenho coragem de acender a luz da cozinha com o bebê no colo e despertar o bichinho. O resultado é que eu e a coitadinha da Luísa levamos vários banhos de madrugada por conta disso, toda noite era um martírio. Coisa de mãe burrinha inexperiente .
Mas nada como uma mãe de segunda viagem pra aprender alguns truquezinhos (como é que eu não pensei em fazer isso antes, santa ignorância).
Com a Rafaela é assim:
Água fervida já fica pronta em uma jarra perto do microondas. Antes de dormir, já deixo duas mamadeiras com a água exatamente na medida que vou precisar de madrugada ou na primeira mamada da manhã. Quando levanto à noite, com a Rafa no colo, só preciso colocar a mamadeira (PABA Free) no microondas por 30 segundos e colocar as medidas do leite em pó. Sem sofrimento e sem acidentes com água. Simples assim. (Para quem não tem mamadeira sem PABA, é só deixar a água na medida certa em um recipiente de vidro próprio para microondas e, depois de esquentar, basta colocar a água na mamadeira)
Continua sendo muito mais trabalhoso do que simplesmente levantar a blusa e dar o peito, mas tenho que admitir que agora a coisa ficou muuuito mais fácil.
#ficaadica para as mães que ainda estão apanhando com essa tarefa tão difícil e árdua. rsrs

E quando a gente acha que tá ensinando alguma coisa, aprende um monte de outras. Eu adoro esse blog porque os comentários são sempre melhores que os meus próprios posts!! Olha só, está cheio de dicas bacanas aí nos comentários, não deixem de ler!! Gracias, meninas! (mas não dá dó de dar leite em temperatura ambiente quando está muito frio? O leite do peito era tão morninho!)

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Bonita a televisão, né?

Daí que você baixa as fotos da máquina no computador e, de repente, aparecem 31 (TRINTA E UMA) fotos iguais a essa.

terça-feira, 12 de julho de 2011

She is back, mais doce que nunca

Tempos atrás eu andava reclamando muito da Luísa. Ela passou por umas fases muito difíceis, muito chatas. Fazia manha o dia inteiro, tinha vários ataques de birra durante o dia, me provocava fortemente quando eu estava com a Rafaela. Foi bem desgastante.
Mas... de uns tempos pra cá, ela mudou completamente. Está a coisa mais querida da face da terra. Super companheira, conversa como uma mocinha, sai sozinha comigo sem dar qualquer trabalho (até no supermercado!!), é carinhosa, meiga... afe, que delícia. Fora que está num amor incrível com a Rafaela, sem aqueles picos de ciúme que ela demonstrou durante um período. As duas se adoram, brincam juntas, dão gargalhadas o tempo todo. Luísa tem, evidentemente, seus momentos mais chatinhos, afinal ela é uma criança, mas agora de uma forma muito mais leve e totalmente suportável.
Sei que eu estou curtindo demais minha filha mais velha, de forma completamente apaixonada. Olho pra ela e fico admirando como ela cresceu, fico cheirando o cabelo dela, agarrando o tempo todo...
Mas daí que outro dia eu comecei a fazer umas contas pra tentar ver se existia um marco para essa mudança. E eu acho que descobri que existe, sim. Caso contrário seria muita coincidência, mas ela melhorou justamente depois que eu parei de amamentar a Rafa.
Acho que, inconscientemente, ela sentiu que passou a ter a mãe de volta pra ela, mesmo eu fazendo todo o esforço antes disso para que ela não se sentisse excluída. Sempre procurei ficar sozinha com ela, envolvê-la em tudo, mas evidentemente havia um momento em que a mãe era só da Rafaela, e pronto.
Demorei a me dar conta de que essa mudança de comportamento dela estava associada à amamentação, mas essa tese tem feito cada dia mais sentido pra mim.
Vocês, mães de dois (e três, e quatro...) já notaram isso também?

segunda-feira, 11 de julho de 2011

A ligação, a dúvida e a continuação no Mãe de Duas


- Rô, é a Dani, tudo bem?
- Oi, querida, tudo e você?
- Rô, estou te ligando pelo seguinte. Tem uma posição muito legal de gerente de comunicação em uma das empresas do grupo em que eu estou trabalhando e achei que essa vaga é a sua cara.  É um desafio super interessante porque a empresa está crescendo e o salário é muito bom, além de bônus e benefícios. E eles precisam de alguém exatamente com você.  Você toparia encarar voltar para o mercado?
- Ai, Dani... não faz isso comigo.  Acho que consegui encontrar um equilíbrio trabalhando em home office, porque eu tenho feito coisas muito legais, sem ter um chefe pra me aborrecer, e ao mesmo tempo ( e o mais importante) estou perto das meninas. Fora que tenho mais flexibilidade pra poder administrar a casa e a agenda maluca de viagens do marido.  Mas confesso que esse tipo de oportunidade me deixa muito, mas muito tentada. Sou movida a desafios e gosto muito de trabalhar.
- Então pensa e me fala, Rô. Me manda um currículo por e-mail, se estiver a fim.
- Tá bom, Dani, obrigada por lembrar de mim. Vou pensar com carinho na proposta. Um beijo.
Coração vai a mil. Voltar ao trabalho tradicional depois de quatro anos trabalhando em casa não é uma decisão fácil. Mil vertentes estão em jogo.
Quer saber se eu topei ou não? Então leia a continuação lá no blog da querida Pri Perlatti, o Mãe de Duas. Ela me convidou pra escrever sobre a experiência de trabalhar em home office e eu fui lá fazer uma visita pra contar a minha história, com o maior prazer. 
     

quinta-feira, 7 de julho de 2011

A última moda das lembrancinhas

 
Foto meramente ilustrativa do Google Images
Daí que eu estava dando uma pesquisada para ter ideias de lembrancinhas para o aniversário da Luísa e da Rafa , que será uma festa só (bem boa essa ideia de fabricar as duas filhas no mesmo mês, assim a gente economiza um bom dinheiro com festa.... rsrsrs).
E adivinhe qual é a última moda para as lembrancinhas de de festa de meninas? Esmaltes personalizados! Rá! Em vez do rótulo normal, um adesivo com o nome da aniversariante.
Até acho uma ideia super simpática para festas de adolescentes ou lembrancinha de aniversário de 15 anos. Mas não! O que eu descobri é que os esmaltes estão sendo distribuídos em festas de crianças de 4, 5, 6 anos.

Nem sei mais o que comentar a respeito, sinceramente.

Gente, peraí!! Acho que algumas pessoas não entenderam o meu post pelo que vi nos comentários. Quem já acompanha o blog sabe o que eu penso a respeito disso. Mas vou deixar claro para não pensarem que estou incentivando esse tipo de coisa, pelo amor de Deus: eu sou CONTRA dar esmaltes como lembrancinha em festa de crianças, ok? Me preocupo muito com a adultização infantil e acho que distribuir esmaltes para crianças só faz incentivar que elas antecipem uma fase da vida. Acho que criança tem que ser criança. Não digo que minha filha não gosta dessas coisas, porque estaria mentindo. Ela adora maquiagem, porque quer imitar a mãe, e toda hora quer que eu passe esmalte nas unhas dela. Mas eu não faço isso, porque não acho que é hora. Muito de vez em quando, quando ela vai cortar o cabelo, até permito que a manicure passe uma base rosinha ou transparente com glitter nas unhas dela. Mas ela não vai ao salão comigo toda semana fazer as unhas e também não anda com esmaltes na bolsa. Também permito que ela tenha manteiga de cacau ou brilho labial na bolsinha dela, que ela usa como batom (só quando está brincando, e não pra sair de casa), mas não deixo passar nada além disso. Mas jamais daria esmaltes de lembrancinha no aniversário dela, achei essa ideia um absurdo. Ela ainda vai fazer quatro anos, é uma criança e não uma pré-adolescente!!!

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Mais sobre porque as crianças ficam bem com a avó

- Luísa, para de enrolar pra comer, filha! Mas que coisa! Olha só, na semana que você ficou aqui sozinha com a vovó e com a Vera você não deu trabalho, comeu direitinho, obedeceu, não fez manha... Agora é só a mamãe chegar que começa esse nhenhenhem pra comer. Por que isso, filha?
- É porque a vovó deixava eu comer balinha depois de jantar e você não deixa...

Entendem por que é que as crianças não dão trabalho quando a gente viaja sem elas?

terça-feira, 5 de julho de 2011

Winnie The Pooh: Projetinho recomenda

Domingo levamos as meninas para ver a pré-estréia do filme do Ursinho Pooh, nome agora oficial no Brasil do antigo ursinho Puff. Achei engraçada a coincidência do comentário da Paloma no blog dela de hoje, porque eu pensei exatamente a mesma coisa sobre esse programa quando saí da sala.
Os chamados desenhos infantis lançados nos últimos anos no cinema têm, na verdade, muito pouco de infantil além do fato de serem desenhos animados. Mesmo em produções super bem feitas como Rapunzel ou Rio, é inegável que os diálogos e mesmo o roteiro não são feitos para crianças pequenas. Em casa, o resultado é que Luísa sempre pede pra sair antes do final (nós adultos é que queremos ver até o fim), diferentemente do que acontece quando a levamos ao teatro infantil, por exemplo. O mesmo andou acontecendo com alguns filmes alugados. Dia desses ela escolheu um desenho da Barbie e outro da Moranguinho. O da Barbie ela pediu pra desligar em menos de 15 minutos, dizendo que era chato (ufa, ainda bem, porque aqueles diálogos adolescentes não têm nada a ver com a idade dela). Já o da Moranguinho ela amou. Esse, sim, é para crianças de 3-4 anos. Fofo, fofo.

Agora voltando ao Winnie The Pooh: é desenho infantil dos bons, daqueles das antigas!! Uma graça a história, uma graça os personagens (que é aquele Leitão, minha gente?). Luísa adorou. Esse tem diálogos apropriados, super recomendo o programa. A estréia oficial acontece agora no dia 8 de julho em todo o Brasil.

(E ainda por cima tivemos a mamata de ver o filme, a convite da assessoria da Disney, na sala premier do Cinemark do shopping Cidade Jardim, uma mordomia só. Além de ser um espetáculo de conforto, foi legal porque a Rafaela conseguiu se espalhar bem naquelas poltronas enormes e ficou quase todo o filme dentro da sala, saiu só no finalzinho.)

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Livrarias: bom programa para as férias

Férias das crianças e tempo feio é uma combinação horrorosa, fala a verdade? Restam muito poucos programas para fazer e tudo o que é "indoor" acaba ficando muito lotado.
Mas o post não é pra reclamar, não. É pra dizer que em dias assim, frios, um dos nossos programas favoritos para levar as meninas são as livrarias. Programa gostoso, educativo e barato - afinal, você pode passar horas lá dentro sem gastar nada, se não quiser. Eu e marido sempre deixamos a Luísa levar um livro, mas de preferência sem brinquedos acoplados - isso é uma coisa que meu pai nunca regulou em casa e eu agradeço a ele esse incentivo. Cabe a nós dizer que não vamos levar determinado livro porque é muito caro, mas que ela pode escolher outra opção.
Em especial gosto muito da Livraria da Vila, em São Paulo, que oferece espaços bem legais pra criançada (propaganda gratuita, viu, estou falando porque gosto mesmo). A melhor, na minha opinião, é a do Jardins (na Al. Lorena), que tem um andar todinho só voltado para crianças e adolescentes (já foi lá?), mas todas são legais. Aliás, em todo o mês de julho a Livraria da Vila está com uma programação especial de férias, com atividades diárias para crianças como contação de histórias, iniciação musical, atividades artísticas etc. Vale a pena conferir aqui no site a programação. As atividades costumam acontecer às 16h, mas se você quiser evitar ir em horário muito lotado, vá em outros horários e simplesmente deixe a criançada se divertir no meio dos livros. As minhas duas adoram.

Luísa frequenta livrarias desde bebê
"O que eu mais gosto, na verdade, é de derrubar pilhas de livros"

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Eu quero, eu quero, eu quero muito

Nem vou entrar no mérito da sustentabilidade, causa que tem me mobilizado cada vez mais. Vou falar é de lindura mesmo. Vejam que máximo essas casinhas de papelão, criadas por arquitetos e designers da Califórnia (The Little Piggy's House). Elas chegam no papelão puro, sem desenho, e o grande lance é que elas sejam customizadas pelas próprias crianças (o que não é o caso das pinturas acima, obviamente).
Além de serem incríveis e amigas do meio ambiente (são 100% recicláveis), têm causa nobre: 5% dos lucros da empresa são doados a instituições mundiais de combate à fome infantil. 

Não é o máximo?

Descobri no blog da n-magazine.