segunda-feira, 11 de julho de 2011

A ligação, a dúvida e a continuação no Mãe de Duas


- Rô, é a Dani, tudo bem?
- Oi, querida, tudo e você?
- Rô, estou te ligando pelo seguinte. Tem uma posição muito legal de gerente de comunicação em uma das empresas do grupo em que eu estou trabalhando e achei que essa vaga é a sua cara.  É um desafio super interessante porque a empresa está crescendo e o salário é muito bom, além de bônus e benefícios. E eles precisam de alguém exatamente com você.  Você toparia encarar voltar para o mercado?
- Ai, Dani... não faz isso comigo.  Acho que consegui encontrar um equilíbrio trabalhando em home office, porque eu tenho feito coisas muito legais, sem ter um chefe pra me aborrecer, e ao mesmo tempo ( e o mais importante) estou perto das meninas. Fora que tenho mais flexibilidade pra poder administrar a casa e a agenda maluca de viagens do marido.  Mas confesso que esse tipo de oportunidade me deixa muito, mas muito tentada. Sou movida a desafios e gosto muito de trabalhar.
- Então pensa e me fala, Rô. Me manda um currículo por e-mail, se estiver a fim.
- Tá bom, Dani, obrigada por lembrar de mim. Vou pensar com carinho na proposta. Um beijo.
Coração vai a mil. Voltar ao trabalho tradicional depois de quatro anos trabalhando em casa não é uma decisão fácil. Mil vertentes estão em jogo.
Quer saber se eu topei ou não? Então leia a continuação lá no blog da querida Pri Perlatti, o Mãe de Duas. Ela me convidou pra escrever sobre a experiência de trabalhar em home office e eu fui lá fazer uma visita pra contar a minha história, com o maior prazer. 
     

15 comentários:

Sarah disse...

Realmente Roberta, toda mãe passa por esse dilema! Também já trabalhei em home office e voltei ao mercado tradicional depois que Bento nasceu, por vários motivos. Agora em outubro volto ao home office e não vejo a hora!
Vou lá ler a continuação da sua história, apesar que acho que já sei o final... :P
bjos
Sarah
http://maedobento.blogspot.com/

Paloma, a mãe disse...

Nem fala, Rô, também tenho recebido propostas (nem tão tentadoras assim, confesso), mas sinto que não é a hora ainda. No meu caso, estou revendo os meus rumos profissionais e ainda não sei em que quero trabalhar exatamente, então não tem porquê eu voltar só pela grana. Fora que as meninas são prioridade absoluta, ainda mais nesta fase em que estão.
Beijos

Má! disse...

Oi Roberta! Ja fui correndo ler sua entrevista e adorei a forma como vc conta sua historia!
parabens pelo exemplo !!
Bjos

Mariana - viciados em colo disse...

corri lá pra ver o desfecho -> só é uma decisão "fácil" quando estamos muito seguras dos nossos motivos. a gente até balança, mas não cai...
beijoca

Mãe do Pitoco disse...

Oi, Rô. Adorei o post e gostei muito de sua resposta. O importante é sempre nos mantermos coerentes com nós mesmas, não é? É muito difícil quando tomamos uma decisão em que não estamos totalmente à vontade -seja trabalhar em casa, seja trabalhar em escritório. Eu tb pude optar e estou tão feliz, mas tão feliz que se soubesse antes, já tinha começado a trabalhar com home office há muito tempo, bem antes de Pitos nascer. Ele me ajudou a manter a coerência em minha vida, a não me impor rumos profissionais que eu não queria assumir só porque aquele era um caminho "natural" da profissão que escolhi. Graças ao amor que sinto pelo meu filho passei a refletir sobre todas as minhas escolhas profissionais - e as reflexões são diárias para quem trabalha em casa como autônoma - e nunca mais me arrependi de fazer escolhas não apropriadas ao meu perfil. Hoje, depois de ter trabalhado em redação de jornal, de empresas e de ter ido parar em um banco, no cúmulo do desrespeito ao meu perfil, sou uma tradutora muito feliz, realizada, com bastante cliente e nenhuma vontade de fazer outra coisa. Trabalho pela manhã enquanto ele está no colégio e, quando ele chega, é tudo só para o pequeno. Quando há necessidade, trabalho à noite, enquanto a casa dorme. E seguimos todos felizes e acredito que essa é minha prioridade sempre: felicidade nossa - minha e de minha família. Um grande beijo e, novamente, parabéns pelo post.

Mãe de Duas disse...

Rô, querida, muito obrigada por dividir essa sua experiência lá no Mãe de Duas. Sempre é ótimo conversar com você, seja pessoalmente ou trocando figurinhas virtualmente.
Também estou me adaptando ao home office e, lendo seu relato, uma coisa eu pude concluir: não tem certo ou errado. Tem o que funciona na rotina/possibilidade de cada um.
Beijo grande,
Pri Perlatti

Nat disse...

Esse mês minha antiga chefe (onde eu trabalhava quando grávida) me ligou pedindo pra voltar a trabalhar.
Daí que a gente tem altos e baixos como mãe e profissional né?
Também trabalho de casa, as vezes tenho que visitar uma obra ou outra, mas a maioria e de casa. As vezes tenho umas neuras de voltar, pra ter mais dinheiro, pra ter mais amigas, pra ter novos assuntos, pra ter novos desafios. Mas quando penso na rotina puxada de escritório e minha bebêzinha sorridente creio que como você, ainda não é a hora.

beijos
Nat

Lia disse...

Novas propostas surgirão. Logo as meninas estarão maiores e voltar ao mercado fará sentido. Por enquanto, Carpe Diem! Porque a infância dos nossos filhos não voltam... Beijos e parabéns!

Beatriz Zogaib disse...

Querida, adorei o post aqui e lá... Deixei uma pergunta para vc no mãe de duas. Responde hein?
beijos e parabéns por essa dupla jornada deliciosa.
Bia
Vida da Mami

Larissa Xavier disse...

que essa duvida não venha me atentar por enquanto... e to indo lá morrendo de curiosidade ver a resposta, mas não sei acho q foi não, bjocas nas 3

Roberta Lippi disse...

Oi, Beatriz, vi sua pergunta sobre a qualidade do trabalho de frila. Acho que tudo depende da sua experiência anterior. Para um profissional que está começando a carreira, deve ser mais difícil porque vai faltar bagagem. No meu caso, eu acumulei bastante experiência no mercado para só então trabalhar como freela, o que ajudou muito. Como fiz muitos contatos, hoje praticamente não preciso correr atrás de trabalho. Não estou sendo metida não, viu, digo isso porque o volume que me aparece tem sido suficiente. Se eu precisasse ganhar mais dinheiro e quisesse trabalhar mais, certamente teria que correr atrás. Mas se você for boa profissional e tiver bons contatos, você consegue se estabelecer bem assim como frila. Tenho um amigo que trabalhou em SP comigo na Gazeta Mercantil e depois ele foi pra Veja. Agora ele trabalha de casa em Floripa, de frente à praia, e continua escrevendo pra grandes veículos de circulação nacional.
Se quiser mandar email pra falar mais sobre isso: lippi.roberta@gmail.com
Beijos

Alexandra disse...

Oi Roberta

Eu bem que estou tentando trabalhar em "home office". O ruim para mim é o lado $$$. Mas estou tentando, intercalo temporadas em casa e outras em agências como freela, e vou levando. Vou ler o seu texto sobre o que aconteceu lá no Mãe de Duas.
Beijos
Alexandra

Dani disse...

Um dos célebres dilemas da maternidade. Vou lá na Pri, saber a continuação da história...

Beijo

Celi disse...

Estou curiosa... vou ler o que escreveu então no blog da Pri.
Beijos

Letícia Volponi disse...

Ai, Ro, acho que vc fez definitivamente a escolha certa. Em casa é diferente. Quem segura as pontas sou eu, mas cada dia mais tenho tentado achar uma forma de ter um dia a dia mais flexível...