quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Felicidade aos 6 meses e aos 3 anos

Um estudo norueguês publicado recentemente mostrou que mães são mais felizes quando os seus filhos têm seis meses do que quando chegam aos três anos. É um assunto bastante polêmico porque o conceito de felicidade é subjetivo e envolve muitas variáveis.
Eu não diria que era mais feliz quando a Luísa tinha seis meses do que hoje, de maneira alguma. Mas acho que posso fazer um comparativo entre as fases pelas quais passam as minhas duas filhas que, de alguma forma, me faz entender um pouco os resultados dessa pesquisa.
A Rafaela, aos cinco meses, é só alegria. Um bebê sorridente, gostoso, saudável e que dá muito pouco trabalho. É uma delícia ficar perto dela, são momentos em que esqueço de tudo. Então eu diria que meu nível de satisfação nesse sentido, se é que posso chamar assim, é de 100%.
Já a Luísa, senhor amado, está num período insuportável e minha paciência com ela está no pé. Ao mesmo tempo em que ela tem momentos encantadores, conversa sobre tudo e é super educada, ela tem testado minha paciência ao máximo e isso tem deixado meu nível de satisfação com ela bem baixo. Talvez seja um pouco disso que mostre essa pesquisa.
Não sei se é por causa da irmã que a Luísa tem tido esses momentos de birra, porque quando ela está com a Rafa, mesmo que eu esteja junto, ela fica um doce. Como eu já disse aqui, a Rafaela é a única que consegue imediatamente tirá-la do mal humor. Mas comigo ela está terrível. Parece que ela me provoca de propósito, sabe? Se eu não estou junto, é uma maravilha. Mas se eu estou por perto ela chora quando acorda, chora porque não quer almoçar, chora porque quer comer besteira fora de hora e eu não dou, fica de chororô sempre que é contrariada, faz barulho de propósito no quarto da Rafaela quando eu estou amamentando só pra me irritar. E chora muito, fica um tempão naquele nhenhenhem - tanto que, ultimamente, depois de tanto conversar e ignorar, só tem me restado colocá-la de castigo até acalmar pra ver se para de chorar sem motivo.
Espero que melhore agora com a volta às aulas, esta é minha esperança. Porque não aguento mais ouvir a Luísa chorando por nada, dando ordens e depois esperneando quando não é atendida. O comportamento dela durante o dia tem sido uma montanha russa, alternando entre a maior delícia do mundo e o insuportável.
De fato, esse comportamento afeta minha sensação de felicidade e me deixa com muita raiva. Algumas pessoas pensam que eu sou uma mãe evoluída, por ser uma pessoa calma, mas eu não sou. Eu ando com zero de paciência ultimamente. Acho que vou ali tomar uma cerveja. Ou então tirar férias sozinha.
Alguém tem alguma coisa boa pra me dizer?

30 comentários:

Dani disse...

Sabe, Rô, que a Nina, outro dia começou com esse chororô sem motivo também. Falava chorando. E eu detesto isso. Quando vi que era "mania boba" dela, fui dura e disse que só conversaria com ela, se parasse de "falar chorando". Ela, claro, continuou e eu, virei as costas e deixei ela lá na sala.
Passados uns 10 minutos, ela veio até mim e pediu desculpa.
Depois dessa atitute, ela parou com essa bobeira.
Por isso, vi que vc tá certa. Já já ela para com isso, vc vai ver.
Bj e força, amiga!
Dani

Anne disse...

quero te dizer uma coisa, mas não sei se vai ajudar...
eu fui professora de pequenos, que me tiravam do sério muitas vezes. minha estratégia para nunca perder a calma era sempre me afastar da situação e não entrar no jogo: eles são pequenos jogadores, e a gente cai facinho, facinho. quando vê, estamos confrotando de igual para igual. só que essa não é uma relação de igual para igual. eu sou o adulto, vc é a criança.
quando percebia que estava sendo capturada pelas tramas deles, que minha "criança interna" estava comprando a briga, saia do sapato, olhava a situação de fora e pensava: é só uma criança fazendo o máximo para chamar minha atenção. daí para frente, controlado o meu humor era simplesmente ignorar os repentes negativos, propor atividades, conversas, outras situações para tirar o "jogo" da mão deles e fazer muito muito reforço positivo.
ignorar o negativo, distrair, reforçar o positivo... insistentemente!!!
mas isso é tudo da boca para fora, não se compara a um filho...
boa sorte amore (e agora em letras bem pequenininhas, para não te irritar )... vai passar :))
bjo bjo

Paloma, a mãe disse...

R^Ço, ainda bem que vc escreveu isso! Estou com um post no rascunho sobre raiva dos filhos e ainda não consegui terminar porque não achei o tom. Mas, sinceramente? Tenho sentido raiva muitas vezes, pois a Ciça tem me testado o tempo inteiro. Até coisas bobas, como fazer xixi e beber água viraram um pesadelo. Vivo o mesmo que vc: 100% de satisfação com a pequena e momentos de tensão extrema com a de 3-quase-4. Não sei se é ciúme, se são as férias longas demais ou se sou eu o problema, mas que tem horas que beira ao insuportável, isso tem. E, como vc disse, com a Clarice ela é ótima. Dá comidinha, brinca junto e faz festa. Mas comigo tudo é motivo para dizer não, para chorar e para me chamar de boba.
Me sinto tão mal (não em ser chamada de boba, mas em encontrar tanta resistência da parte dela). Ufa! Espero que, com a volta às aulas e a diminuição do tempo de convivência diário, o número de atritos diminua e a satisfação volte a crescer na maior parte do dia. Pronto, tá aqui quase todo o meu post, mas depois termino o meu lá e linko o seu aqui.
Beijos

Carol P disse...

Eu soh tenho uma filha e esta nos terrible twos, socorro, ela testa muito a paciencia e deu para chorar por tudo. Sempre penso q aconteceu alguma coisa, mas agora jah peguei o jeito, vejo q eh choro de quem esta contrariada. Entao saio e deixo chorar sozinha, dai passa.
Se agora ta assim quando chegar perto dos 3 ou 4 anos entao, socorro
bj

Camila disse...

Ai, Rô, que polêmica boa... Eu acho bebê de 6 meses uma verdadeira delícia! Acho q é a partir dessa fase q fica tudo mais gostoso, eles já interagem, fazem gracinhas e fofuras mil. Por outro lado, uma criança de 3 anos tbem é o máximo!! Outra fase, absolutamente encantador acompanhar o pensamento, o raciocínio, mas tem o outro lado, que é isso o que vc citou da Luísa (o que, apesar de ser verdadeiro para as crianças de 3 anos, deve ser potencializado pelo nascimento da irmã, né?! Conheço bem...). Não sei, não consigo decidir qdo fui mais feliz, são 2 fases distintas e mto boas!
Bjos para vcs,
Camila
http://mamaetaocupada.blogspot.com

CM disse...

Ouvi uma mãe na escolinha dizendo que quando o filho tinha 6 meses, ela estava com vontade de ter mais 3. Quando ele fez 2 anos, ela perdeu a vontade, não terá mais nenhum. Sem extremos, acho que e isso mesmo, que idade mais complicada, meu Deus! E parece que só passa com uns 5... Haja paciência para nos.

Liane disse...

A Luiza está passando por uma fase delicada. 6 meses pra gente significa muito, mas talvez a ficha dela de que agora ela não está mais sozinha e vai ter que dividir a atenção com outra esteja caindo agora. Eu passei por isso e minha filha tinha 4 anos. O que ela tinha? Ciúmes da irmã... tente tirar momentos com ela sozinha. Faça com que ela participe mais da rotina sua com a bebê com uma boneca que ela goste por exemplo. Eu sei que é complicado, mais momentos a sós com a "mais velha" também é muito importante. Porque afinal a atenção era exclusiva a seis meses atrás.

beijos e boa sorte

Liane disse...

Outra coisa a fase de 3 anos é maravilhosa!!! Eu sei que é difícil, mas não sinta "raiva" dela.. ela está apenas tentando chamar sua atenção.

Um beijo grande pra vocês e tenho ceretza que daqui a umas semanas você vai trazer boas notícias.

Tathyana disse...

Por acaso Alice e Rafael mudaram pra sua casa? Aqui é igualzinho, igualzinho, mas posso te dizer que com o pai de férias em casa as coisas se equilibraram um pouco mais por aqui. Ele consegue tirar o foco dela e fazer com que eu me irrite menos. Eu concordo com tudo o que a Anne escreveu. Elas jogam com a gente o tempo todo. Fico tremendo quando penso de daqui a pouco meu marido volta a trabalhar.

Sorte por aí. Bjsss.

Camila Bandeira disse...

Rô, tem certeza que não fui eu quem escreveu esse post???? Porque está igualzinho lá em casa. Se eu não estou por perto, a Gabi é obediente, meiga e paciente. Se estou com ela, é um tal de "não quero" e choros inexplicáveis! Canso, canso muito com isso! Por outro lado, o Pedro está delicioso, amável, simpático, fácil de lidar, de amar, enfim. E igualmente ao seu caso, Gabi fica um doce ao lado dele...

Si disse...

Ola... na minha opiniao a Luisa esta na fase do "confirmar o amor da minha mãe" para não dizer "testar a paciência da minha mãe", é assim que vejo Saulinho... tb com 3 anos e fazendo as msms coisa que ela... entao acredito que não há nenhuma relação com a bebe, ou seja, acho que nao seja ciumes ou algo parecido... creio que seja a bendita fase dos 3 anos... e espero que passe logo.. pq tá dificil de aguentar as manhas aqui em casa... bjss

Mãe de Duas disse...

Oi Roberta! Posso contar?

Aqui em casa foi o oposto! Quando a Lia tinha 6 meses, a Stella estava com quase 3 anos.
A caçula sempre me deu muito trabalho, não dormia, chorava muito, tinha muita energia, não parava quieta!
A mais velha passava horas brincando sozinha, vendo tv e cuidando de si.
Sentia uma culpa imensa de não poder dar uma atenção para a Stella porque a Lia me sugava até a alma.
Hoje está tudo tão perfeito, equilibrado, que eu tenho até medo de falar mais alto...

Lendo outros comentários, acho que sou ponto fora da curva. Mas é cada um no seu cada um, né?
Se eu puder te falar alguam coisa, é que tudo tende a melhorar.

Beijos

Priscilla

Naomi disse...

Roberta,
Qdo a Juju começa a dar piti para chamar atenção (graças a Deus que não foram muitas vezes, pro enquanto) eu saio do local em que ela está e a deixo sozinha (é lógico que com um olho no gato e o outro no peixe) até ela mesma perceber que NÂO VAI conseguir NADA agindo assim e toma a atitude mais desejável: para de fazer o chororô e vem ao meu lado para me agradar.

Eu sei que cada família tem sua maneira "certa" de agir, mas isso funcionou comigo e posso te dizer com toda a sinceridade: há muito tempo Juju não faz birra, porque ela sabe que nao vai adiantar.

Bjc grande para vcs 3!!!

Naiara Krauspenhar disse...

Quando eu vi essa pesquisa logo pensei: "é obvio que essas mães estão enfrentando um momento de birras e descontrole... rs"

Também tenho momentos que fico a ponto de pular da janela, GG me deixa quase louca as vezes..
E esse nhenhenhem é o que mais me irrita, já vem pedir as coisas choramingando ou resmungando. Ai meus sais.
Mas não será só mais uma fase das pequenas? Acho que sim né...
Tomaraaaaaaa... rs
Pela minha sanidade, tomara!!!!
Bjos

lolo disse...

Ai meu Deus!!! Eu tenho vontade de congelar minha Larinha, hehehehe. Pra falar a verdade eu não tenho muita paciência com criança de 7,8 anos e NENHUMA com adolescente!! 3 anos eu não sabia que já era assim!!! Espero que seja mais uma daquelas "quando é da gente a gente aguenta", tipo cocô do filho, kkkkk

Renata disse...

Ai Ro, posso só dar um abraço e nem dizer nada??? rs! Não sei o que dizer porque essa fase das birras é realmente complicada e o choro me irrita profundamente. Não o choro em si, mas falar chorando sem motivo. afe.
Eu acho que é pra chamar atenção, já que mesmo levando bronca, estão tendo atenção e é bem complicado ter paciência...
Se descobrir o segredo, me conta porque eu tb não sei!
beijos

Liliane Arend disse...

ai ai ai nem me fala ... JP está de um jeito que não consigo nem fazer xixi sem ele ameaçar um choro ! sempre que vou buscá-lo na nursery as porfessoras o elogiam pacas, q ele é educado-encantador-carinhoso-alegre, mas em casa é uma manha absurda.
E aí entra outra polêmica, dar tapinha no bumbum pra conter essa fúria??? Não quer mais comer, sempre se alimentou muito bem, pra tomar banho é uma novela .... dizem que dura até os 4 anos, afe :(

Thatianne disse...

Olá! Sempre leio o blog mas nunca comentei. Curto muito acompanhar as evoluções e peraltices das suas pequenas lindas...só que hoje não pude deixar de comentar. Minha Sophia tem quase 4 anos e já algum tempo está nessa fase "birrenta": chora por tudo e por nada, principalmente quando dá uma ordem e é contrariada. Tem diariamente se empenhado no projeto "Enlouquecendo a Mamãe" e toda e qualquer frustração é respondida com choro alto e sem fim...também tenho recorrido ao castigo até passar o escândalo e tento ignorar algumas vezes, na estratégia "só converso com você se parar de chorar". Torço para que seja mesmo uma fase e que passe logo, ou o que vai passar rapidinho é minha sanidade...rsrsrsrs

Anna disse...

Roberta,

posso copiar seu post, trocar os nomes Rafaela por Miguel e Luisa por Lucas e terei a EXATA descrição do que estamos passando aqui em casa.

Lucas está com 2 anos e 7 meses e vivendo uma fase terrível, idêntico ao que descreveu.

Enfim, não tenho nada de bom pra te dizer (até porque outro dia tava conversando com uma amiga que tem um filho de 5 anos e ela me disse: se prepara pq só piora!).

Então, na falta de algo melhor pra falar, deixo um upa solidário.

Upa!

Raquel disse...

Raiva e frustração estõ em alta aqui também! rs
Hoje consigo lidar melhor com isso, até porque os três anos não é fácil messssssmo.
Admitir as "fraquezas", os próprios limites e sentimentos "ruins" não é para qualquer um.
Sinta-se orgulhosa!
É uma virtude sabia?
bjs, Raquel

cecisantiago disse...

Oi Rô, tambám acho que nao tem nada haver com a irmã não, talvez um pouco, porque aqui o meu estava num reinado/principado (whatever), o dono do pedaço pois ainda é filho único. Estava desse jeito que vc descreve. Comecei a jogar duro com ele, precisei que meu marido começasse a intervir também...muita conversa...deixei ele falar (perguntava o que estava acontecendo) e quando ele não sabia (claro! com 2-3 anos é muito di'ficil expplicar os sentimentos) eu falava por ele com ele (tipo: eu sei que vc está chateado...que é normal nao gostar de tudo...que é bom querer e ter mas que nao é bem assim blá-blá-blá).As coisas andam melhores por aqui...paciência e respira fundo!!! Vai pro chuveiro e tranca a porta, toma um bom banho nestas horas: pelo menos relaxa! Bjo, Ciça

Roberta Lippi disse...

Gente,
Obrigada pelos comentários. Vocês não sabem o quanto me ajudaram. No mínimo, vejo que não é só comigo o problema. Por mais que a gente saiba que é coisa da idade, às vezes tenho a sensação que só a minha filha é tão birrenta, já que dificilmente a gente vê essas coisas nos filhos dos outros, que parecem ser todos bonzinhos e anjinhos fora de casa.
Beijos a todas,
Roberta

Tati Schiavini disse...

O que tenho pra dizer é: anime-se, você não está sozinha nesse barco...rs. A minha nem chegou aos 3 anos e já mostra uma personalidade que às vezes me assusta. Manda e desmanda assim, como se fosse a dona da casa mesmo. Mas as fofurices acabam amenizando o estresse...rs. Beijo.

Sarah disse...

Roberta, Bento ainda tem 1 ano e 9, mas não, não acontece só com vc. Ele está no início dos terrible twos, ainda tem vários momentos de fofurice, mas já começou com algumas birrinhas, contestações e o "falar chorando". Imagino como deva ser difícil ter tudo isso potencializado em uma menininha de 3 anos e com mais uma bebê na casa! Ai ai, vou ter que providenciar o segundinho antes que eu desanime, kkkkk!!
Boa sorte aí!
beijos

Dani disse...

Ro, só tenho a Helena que está com seis meses e é uma delícia cremosa. Então estou no nível felicidade.
Por isso não tenho muito o que te dizer. Mas posso te oferecer um abraço bem forte. Serve?
Beijos

Lia disse...

Uma coisa boa? Os seis meses da Emília foram o pânico pra mim (leia-se: introdução de alimentos). Certamente estou muito mais feliz agora.
Aos três anos, só Deus sabe...

Thaís Rosa disse...

nossa roberta, que bom ler esse post e esses comentários. Caio deu pra fazer birras homéricas, falar igual gato e chorar e se jogar no chão quando contrariado - não importa onde estivermos, cena de pesadelo total.
eu tava achando que era por conta da barriga, apesar dele estar como a luísa com a rafa, no maior love love com a dita cuja e com o neném e coisa e tal. Mas, pelo jeito, a coisa é mais comum do que pensamos. Ufa!!!
Mas em alguns momentos eu não tô sabendo como lidar, está bem difícil. Como a Paloma, tb comecei a escrever sobre isso, quem sabe sai por esses dias, e trocamos mais figurinhas sobre o assunto, que pelo jeito, rende....
beijos e boa sorte!!
thaís

Fabi Saba disse...

Roberta, hehehe...quase escrevemos sobre o mesmo assunto de novo! Acho que passamos por coisas parecidas!!!!
Eu comecei a escrever um post sobre a V, como ela eh uma menina incrivel, doce, fofa, etc...Mas que de repente muda e me tira do serio! Mas dai coloquei o do mesversario da Rebecca que eh hoje.
Mas lendo seu post eu constatei mais uma vez o quanto eh normal esse comportamento delas.
Uma vez alguem me disse que o trabalho do toddler eh testar os limites e o nosso ensina-los. Entao elas so estao fazendo a parte delas. Claro que tmb temos q fazer a nossa, e nao deixar elas "reinarem", como diz a minha mae. Mas se elas nao testarem os nossos limites, nao tentarem tudo pra conseguir o que querem, elas nao aprenderiam nem a ter limites e nem a ir atraz das coisas na vida.

Bjs
F

Cris disse...

Oi Roberta.... Eu nunca comento, e tento ler sempre... Depois do nascimento do meu segundo filho ficou mais difícil. hehehe. Eu tenho uma menininha de três anos que está com o mesmo comportamento da sua... E dá uma raivinha e beira o insuportável mesmo. E eu espero que passe. Bom saber que pelo menos não é só a minha!

Cristiana Rodrigues disse...

Amiga, ainda não tenho o segundo (e nem sei se terei), mas amei o seu post (mais uma vez) pela honestidade e pela coragem de admitir que a maternidade idealizada não existe (recomendo pra quem não leu o livro Mãe e Filho de uma psiquiatra argentina, é bárbaro). Acho que vc está sendo humana e é por aí mesmo. Eu às vezes preciso sair da frente do Pedro e voltar com mais paciência porque ele está entrando nesta fase de chororô por nada... MUITAS saudades. Vc é uma mãe maravilhosa e (im)perfeita como todas nós :)