quarta-feira, 29 de setembro de 2010

O meu tempo

Várias pessoas têm me perguntado aqui no blog como eu consigo fazer as unhas tendo um bebê recém-nascido e uma filha de 3 anos em casa.
Primeiro eu preciso dizer que fazer as unhas, pra mim, é mais que uma questão estética. Tem um valor simbólico. É uma questão de autoestima e acho importante uma mãe se sentir bem, porque isso se traduz em maior tranquilidade para ela e para a criança. Para algumas mulheres, fazer as unhas não faz a menor diferença. Para uma pessoa como eu, que roeu as unhas por muitos anos, faz. O fato de eu não estar destruída e mal cuidada (apesar dos muitos quilos acima do peso) faz com que eu me sinta, dentro do possível, mais disposta e mais feliz - inclusive para cuidar melhor das minhas filhas e ter mais paciência. Sim, eu me dedico totalmente a elas. Além de amamentar, sou eu que troco todas as fraldas, espero arrotar, dou banho, acordo sozinha de madrugada pra amamentar, dou o leite da Luísa às 6h30 quando ela acorda. Mas eu encontro tempo também para me cuidar.
E vou listar aqui alguns fatores que me ajudam nisso:
1. Sou uma pessoa tranquila. Já era com a Luísa, e agora estou mais ainda porque já sei o que virá (e o que pode vir) pela frente. A rotina da casa e da vida do casal muda muito menos com a vinda do segundo filho, então o estresse também é menor (quando tudo está correndo dentro da normalidade).
2. Tenho uma bebê tranquila. Que em certa parte também atribuo ao fato de eu ser uma pessoa calma. Rafaela dorme bastante, não teve cólicas por enquanto e nem refluxo. Por isso ela praticamente não chora, a não ser quando chega a hora de comer ou quando faz cocô (ou quando quer ir para o colo, porque agora ela já começou a fazer essas espertezas).
3. Existe uma rotina naturalmente instalada aqui em casa (Luiza fez um post bacana sobre essa questão rotina X livre demanda). Primeiro, vale destacar que ser mãe de menina, ao que tenho visto ao longo dos últimos tempos, parece ser diferente de ser mãe de menino no quesito mamadas. Na maioria dos casos que vejo, os meninos são muito mais beberrões e reclamam mais de fome, o que dificulta um pouco mais o processo. Minhas duas filhas foram bem tranquilas em relação a isso, então é mais natural que as mamadas ocorram de 3 em 3 horas (com oscilações de meia hora para cima e para baixo). Rafaela estava ganhando pouco peso nas primeiras semanas, então o médico pediu pra fazermos a livre demanda. Mas ela continuou acordando de três em três horas, ou até mais (ela é super preguiçosa pra mamar). A questão é que, se o bebê mama bem na hora certa, você sabe que se ele chorar dali a meia hora ou uma hora não será fome. Ou é incômodo para arrotar, ou pra soltar pum, ou fez cocô, ou é frio/calor, etc. E aí você sabe que é algo que outra pessoa pode fazer por você. Esse controle nos faz, inclusive, ter mais distinção para atacar o que realmente está incomodando a criança, o que muitas vezes não é o peito que resolve. Por isso, inclusive, eu (e o pediatra também) sou a favor da chupeta, porque ela ajuda a suprir a necessidade de sucção da criança nesse intervalo. E acho também que uma mãe destruída e irritada (porque dar o peito de meia em meia hora irrita até a Madre Tereza) não faz bem pra ninguém. Sei que muitas mães pensam diferente em relação à rotina, chupeta, livre demanda, etc, e respeito muito. Mas eu consegui encontrar um equilíbrio nesse modelo e tenho certeza que minha filha não está sofrendo ou se sentindo desprotegida, muito pelo contrário. Ela recebe muito amor e carinho e isso tudo se reflete no próprio comportamento dela. O importante é que cada um descubra esse equilíbrio, seja qual for o modelo (existe um único?) a ser utilizado.
4. Tenho uma pessoa que me ajuda com a casa. Isso eu diria que é fundamental para conseguirmos fazer qualquer outra coisa na vida. Porque se você tiver que arrumar a casa, lavar e passar roupas e fazer comida nos intervalos entre as mamadas, realmente não vai sobrar tempo pra mais nada. E aí é jogo duro mesmo.
5. Ter uma pessoa de confiança com quem você possa deixar o bebê, seja ela a empregada, o marido, a mãe, a babá, a irmã ou quem quer que seja.
6. Confiar nessa pessoa de confiança. Ah, sim, isso é muito importante, porque muitas mães não conseguem de jeito algum deixar o filho com outra pessoa por uma hora que seja. E daí fica difícil mesmo. Eu acho muito mais fácil deixar o recém-nascido em casa do que deixar um filho que está engatinhando, que corre muito mais riscos o tempo todo. Vejam bem: minha filha mamou bem, está de fralda trocada e dormiu. E ela não tem cólicas nem refluxo, que são casos à parte. Ou seja, não dá qualquer trabalho e também nem sente a minha falta. Na maioria das vezes em que eu saí e deixei a Rafa em casa, ela ainda estava dormindo quando eu cheguei. Ou então estava acordadinha na cadeirinha e a empregada estava lá brincando com ela. O máximo que essa pessoa precisa saber fazer é trocar uma fralda, o que convenhamos, não é nenhum grande problema. (E, logicamente, o meu celular fica ligado e à mão o tempo todo quando saio)

Então é isso que eu faço (em geral, quando a Luísa está na escola). Amamento a Rafaela, coloco ela dormindo ou acordadinha na cadeirinha e a deixo com a moça que me ajuda em casa. Vou fazer as minhas unhas ou minha ginástica e em menos de uma hora estou de volta. Esse mesmo esquema vale para as saídas com o marido. Bebê dormiu, filha mais velha dormiu, saímos pra jantar perto de casa e em uma hora e meia voltamos. Não acontece nada de mal com as minhas filhas e os pais ficam bem mais felizes pra enfrentar a noite mal dormida que vem pela frente.

36 comentários:

Maíra disse...

Oi Roberta...
Acompanho seu blog há pouco tempo, mas adorei seu post.... Com certeza vou tentar fazer com que a rotina na minha casa seja assim... tranquila....
Afinal, não é pq temos ou teremos filhos que temos que esquecer da gente né?!

Fique a vontade pra postar no meu blog tbm.

Bjs

piscardeolhos disse...

menina, acho que isso é bem coisa de segunda viagem mesmo.
pode perceber que segundo filho (geralmente) chora menos, é menos ansioso e tal...certeza que isso é reflexo da tranquilidade da mãe, concorda?
mas é verdade que, pelo que vejo, menino é mesmo mais insaciável, cruzes.
parabéns pela rotina, pelo planejamento, pela tranquilidade.
beijo!

lolo disse...

Nossa, me identifiquei totalmente com esse post. Estou começando a sair sem minha bebê, chorando ainda, sofrendo, mas acho importante isso sim. Ela também é calminha, eu tento ser o máximo possível, e, apesar de a pediatra ter pedido para esperar até os três meses para começar a tal rotina, eu tenho feito uma meio por conta própria porque ela mesma já mama mais ou menos em intervalos regulares, então é mais fácil. À noite ela está tranquila, o mais difícil é que durante o dia ela não fica no berço de jeito nenhum, alguma dica???
Ah, e as minhas unhas estão mais bem feitas agora do que quando estou trabalhando. Mas confesso que tenho uma manicure que vem em casa, hehe.

Silvana disse...

Roberta,

Parabéns pelo post. Vejo que algumas mães sofrem por sentirem que ao se cuidar, estão "roubando" o tempo dos filhos ou que serão julgada pela atitude, pelo parceiro ou pela família. Acredito, e torço, para que suas meninas sejam tão bem resolvidas e equilibradas como a mãe.

Aproveito para dizer que leio sempre e gosto muito do seu blog.

Abraço

Lia disse...

Acho que a Emília sempre foi meio "menino" nesse quesito mamadas, beberrona que só ela.
Ela só foi aguentar 3h sem peito lá pelos 4 ou 5 meses. Até hoje, ela com 8 meses, amamento em livre demanda.

(Mamãe) ~Pinel disse...

Ainda chego lá! hehe
Minha pequena tem cólicas às vezes e começou a apresentar sinais de refluxo na ultima semana.
Ela é tranquila, mas eu ainda não tenho essa pessoa de confiança para deixar tomando conta da minha filha (a não ser minha mãe e minha sogra, porém estas não estão à minha disposição 24h por dia não é mesmo?)

Parabéns pela maneira com a qual lida com as pequenas! Com certeza aproveitam melhor o tempo de vocês juntas.

A. Alves disse...

Rotina diária é fundamental para a mãe e para o bebê. Muitas mulheres esquecem de que antes de serem mães precisam também lembrar de ser mulher. O bebê exije muito mas dá para consiliar.

Bjs e parabens pelo post.

Paloma, a mãe disse...

Rô, com a Ciça eu fui super a favor da rotina (mas ela mamou bem pouco e logo entrou no Nan) e agora, mais experiente, eu mudei. Acho que não dá para impôr rotina a um bebê tão pequeno que mama no peito. No seu caso, a Rafaela já nasceu com rotina, então não foi uma coisa imposta.
A Clarice também é calma, não teve cólica nem refluxo e só sofre pelo calor. Mas não tem hora de mamar. Aliás, com o calor que ela sente, mama mais nas horas mais quentes do dia. E à noite só acorda uma vez, emendando sete horas de sono seguido. Acho que o bom da livre demanda é justamente eles poderem mamar mais quando têm mais necessidade (a gente sente mais fome durante o dia e bebe mais água quando está mais quente, né?) e poder passar longos períodos sem mamar. E concordo que as meninas são, em geral, mais calmas e mamam menos que os meninos, o que talvez facilite a livre demanda com elAs. Mas estou cada vez vendo mais benefícios com a prática da LD, em detrimento da rotina de 3 em 3h. Fico feliz em estar à disposição quando ela precisa de carinho e aconchego pelo peito.
Beijos

Camila Bandeira disse...

Parabéns pelo post. Não é porque a gente foi mãe que tem que deixar de fazer as unhas. Também gosto de me cuidar, sem exageros e considero fazer as unhas um item necessário. Adoro. E quanto às ajudas, também são fundamentais. Como não ter? Difícil. E a rotina... sem rotina fica mais difícil, para a mãe e para o bebê. As colocações da Luísa foram mesmo ótimas e ela mesma chegou a conclusão que era preciso rotina para o pequeno Benji. Bjos às três!

Val disse...

Oi,
Sempre tenho certeza que meu filho será filho único, mas quando leio essas fofurices da rafaela, e de outras recém-mamães da blogosfera, lembro do meu pequeno e começo a cogitar um segundo filho.

Não sei o q seria melhor: parar de ler ou fazer logo esse outro filho, hehehe

Parabéns para a familia linda.

PS: Como vc parou de roer as unhas? Ainda não consegui e morro de vergonha das minhas.

Sandra - Mamãe e Aprendiz... disse...

Poxa, que legal! adorei o seu post!
E concordo com vc em gênero, número e grau, sobre a rotina e sobre o tempo livre que a gente precisa ter sozinha como mulher, e com o marido.
Muito bom! bjssss

Fabi disse...

Gostei do post, Ro.
E concordo com boa parte do que você escreveu.
Que menino é mais faminto, isto é! E nas fases de pico de desenvolvimento a coisa fica feia. Eu amo fazer as unhas e gosto de fazer eu mesma, mas nestes últimos dias estou um caco. As últimas noites aqui foram de mamadas quase que de meia em meia hora.
Quanto ao bebê ser calmo, não atribuiria isto a personalidade da mãe. Eu sou SUPER calma, tive uma gestação tranquila, e apesar de ainda estar no primeiro filho, não me estresso com qualquer probleminha que o Gustavo tenha. E no entanto, o meu filhote é bem agitado. Ligadão no 220V mesmo.
Bem é isto...
Bjocas

Patrícia Boudakian disse...

Sabe, Rô, te uso super como exemplo. Acho que uma pessoa calma e tranquila como você consegue comandar as coisas de maneira lúcida e prática. Espero ter essa sua tranquilidade, ou pelo menos tentar, porque juro que vou seguir o seu exemplo. Ainda bem tenho uma pessoa super confiável aqui em casa que me ajuda. Hoje em dia eu não faço nada na casa. Vez ou outra lavo uma louça no final de semana e olhe lá. Meu escritório fica na parte de baixo da minha casa. Trabalhamos eu, marido e dois meninos. São ambientes muito bem separados, temos bastante responsabilidade e comprometimento com o trabalho e com nosso descanso também. E acho que não poderia cuidar da casa e da empresa ao mesmo tempo. Claro que quando o bebê nascer a coisa vai mudar um pouco de ritmo, pelo menos pra mim.
Obrigada pelas dicas! Prometo que quando sobrar um tempinho vou te ligar. Se tiver msn... o que acha?
Um beijo enorme!

Renata disse...

Ro, eu ainda chego lá! Eu tb sou bastante calma, mas meus dois pequenos tiveram/tem refluxo e choram muito, então fico agoniada de deixá-los e eles começarem a chorar horrores, deixando cuidador desesperado! Saio pra almoçar toda semana com o marido, mas à noite ainda não me arrisquei! rs!
beijos, querida

Bruna Monteiro disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Bruna Monteiro disse...

Oi Roberta,

Estou acompanhando vários Blogs, inclusive o seu! Depois que entrei pra Blogosfera, então! Virou um vício...
Enfim, só um parêntesis na sua história que foi diferente da minha: é que eu tenho uma menina (Sophia, a Princesa) e ela era comilona, beberrona, chorona tudo ONA. E sofri um bucadinho... Acho que não tem muito isso do sexo do bebê ter uma característica X ou Y. Acho que é da Personalidade e da conjuntura mesmo do momento.

Enfim, dá uma olha no meu Querido Mãetamorfose quando puder também!

Beijos,

Bruna
www.mãetamorfose.com

Dani disse...

Ro, por aqui tem sido assim, também. Desde que a Helena nasceu estou de unhas feitas. Faço ginástica desde mais ou menos o décimo dia dela. Já saí para ir à dermatologista (peruice total, para fazer peeling e renovar os creminhos mil), e um vasto etc
Tudo isso nos intervalos das mamadas.
Acho importante, sim, a gente continuar se cuidando como sempre. Unha, ginástica, cabelo, maquiagem, o que for importante. Isto não significa, de jeito nenhum, que, ao nos cuidarmos, estamos descuidando das nossas filhinhas (como já insinuaram para mim). Pelo contrário: somos exemplos para elas. E ter uma mãe feliz - como você disse -, que não acredita que a filha seja um fator limitador ou um fardo, é importante para a segurança e a formação da auto-estima delas.

Ilana disse...

Roberta, receba aqui um quinhão de admiração!
Porque você tem toda a razão qdo diz que a tranquilidade da mãe afeta o comportamento do filho. Quisera eu ter sido calma como você quando o Raphael nasceu. Infelizmente a ansiedade tomou conta.
Tentei a livre demanda por 4 meses, por orientação do ex-pediatra, e quase enlouqueci. Além do que, ele chorava muito, e só quando entrei com uma rotina mais certinha (mas sem exagerar) é que pude perceber que o choro não era de fome, e sim de excesso de leite e sono.
Espero que para o próximo eu possa estar mais tranquila...
Um beijo,
Ilana

Rosi disse...

Puxa, Roberta

Com esse post, e suas ótimas dicas, tudo parece mais simples.

Não que eu desacredite que isso possa ser, mas como mãe de primeira viagem (e grávida ainda), preciso muito de dicas e toques de mamães antenadas como vc.

Obrigada mesmo.

Um forte abraço

Di disse...

Aqui coloquei uma rotina na nossa vida, minha e da Rebeca desde quando foi possivel. Se eu não me organizo para fazer unha, cabelo, essas coisas, não tem nada a ver com a minha mocinha que tambem demonstra sua tranquilidade desde sempre. Eu sou dessas que não confia muito em deixar a bebe com outra pessoa. Mas as vezes "me dou umas pancadas na cabeça" e me lembro que é besteira minha. Ai saio, vou ao cinema sem ela (pois vou com ela tb) e quando volto encontro um sorriso esperando uma mãe de muito melhor humor.
bjs

Naiara Krauspenhar disse...

Bem, confesso que não sou uma pessoa muito tranquila...
Queria taaanto ter mais serenidade em algumas situações, nossa como queria...
E vejo que isso se reflete na GG sim que apesar de ser um doce de criança e não me dar muito trabalho, tem seus momentos "nervosos"...
Graças a Deus tambem tenho pessoas de confiança com quem deixar GG e tenho uma pessoa maravilhosa que trabalha na minha casa...
Estar com a casa sempre organizadinha e limpinha ajuda muito.
Gosto também de me sentir bonita, pois me faz lembrar que além de ser mãe, sou também mulher...
Adoro seu blog!!!!
Bjokas
Naiara
http://littlelittlediva.blogspot.com/

Camila disse...

Rô, o meu tempo é igual ao seu! Penso como vc, organizei a minha casa e a rotina dos meus filhos de maneira bastante semelhante. Unha e depilação não são vaidades ou luxos, simplesmente: questão de higiene e auto-estima básica, não acha??
Bjos,
Camila
http://mamaetaocupada.blogspot.com/

Mãe do Pitoco disse...

Lição pra nós todas. Pra mim, por exemplo, que ando sentindo falta de confiar em alguém para ir com maridão ao cinema. Mas não confio, sou meio nóica. Será que tenho cura? hahaha Pobre do meu filho, vai ter que pagar muita terapia depois para lidar com a mãe grude. hahaha Beijocas em vcs três.

Priscila disse...

Você tá certíssima, Roberta!

Tem mesmo que se dar ao direito de ter um tempo pra você. E mãe feliz deixa as crianças felizes, né?
Bjs.

Coisa de Mãe disse...

Roberta, vc está certíssima. A gente precisa estar bem para cuidar dos nosso filhos. Me identifiqei muito com vc, pois também sou uma mãe super tranquila, com três filhos, faço ginástica, trabalho um turno fora e ainda arranjo tempo para fazer um blog (http://ivanacoisademae.blogspot.com/)!!!! Todo mundo me pergunta como faço pra dar conta de tanta coisa. Eu acredito naquela velha história: quem tem tempo não tem tempo. Aqui em casa tem horário pra tudo, e isso é ótimo, pois acabo dando conta de um monte de coisa!

bjos! Amei o post!

Ivana

Alê disse...

Adorei Rô!!!!!
É isso aí! Filhos trazem felicidade acima de qualquer trabalho.
: )

venho ler teu blog para me animar em partir pro 2o filho!
: )
bjs

Carol Garcia disse...

rô,
concordo super com vc.
antes de tudo a mãe/mulher/esposa tem que estar de bem com ela mesma.
depois, tem que ter uma vida, se cuidar, saber deixar o filho (com pessoa de confiança lógico), não abandonar a vida não-materna.

e paciência e tranquilidade são tudo nessa vida.

bjocas nas meninas

Mamãe do Matheus disse...

Oi Roberta!
Concordo em tudo com vc!mas no caso de quem tem grana para pagar empregada...
No meu caso se eu tivesse outro filho agora...vixeeeee...eu ia ter que me virar nos 30 para dar conta dos dois.
Mas vc tá certa...a mãe precisa se cuidar para se manter bem com a sua auto estima.Para enfrentar as noites mal dormidas...hehehe...
beijos..em vc e nas meninas!
Danny e Matheus
www.mamysdematheus.blogspot.com

Dione disse...

Rô, vc tá certa, como sempre!!
Mãe feliz/filho feliz. Não sei porque a gente acha que junto com o bebê vem a fase feia, ou então que ter um recém nascido em casa justifica não pentear os cabelos. Tudo bem que a gente fica mais cansada, sem querer tirar o pijama de vez em quando. Mas se olhar no espelho e gostar do que vê faz bem!
Beijos!

Nikita Ferraz disse...

Ro,
Você é meu exemplo. Assino embaixo de tudo que você falou. Espero ter toda essa paciência no futuro.

Beijos,
Cris

Sarah disse...

Roberta, vc passa tranquilidade até mesmo nos posts! Com certeza uma rotina estruturada é importante para as crianças e pra gente. Não consegui adotar a livre demanda em casa porque Bento teve refluxo, tanto que eu dava só um peito a cada mamada, mais que isso era uma lavada de regurgitação... Meninos mamam/comem mais mesmo, Bento é um glutão, mas choraaaava por causa do refluxo... Por isso concordo com as meninas, vai muito da fisiologia e da personalidade da criança também!!
beijo!

Beta, a mãe disse...

Assino embaixo Roberta, ter uma rotina e um esquema estabelecido em casa é essencial na nossa vida de mãe de dois e mulher. Claro que pra mim é ainda um pouco mais fácil porque não amamento, mas precisamos mesmo desse tempo pra nós. Senão enlouquecemos e por consequencia, as crianças. Não consigo imaginar como vivem (ou sobrevivem) as mulheres lá nos states ou na europa. Eu certamente me atiraria pela janela. Beijos

Roberta
http://betabiaeleo.blogspot.com

Aline, mãe da "Malia" disse...

isso de ter uma pessoa de confiança ajuda muito msm... agora a minha Maria tá com quase 02 anos e eu e meu marido voltamos a sair algumas vezes sozinhos... é ótimo para o casal!

Aline, mãe da "Malia" disse...

isso de ter uma pessoa de confiança ajuda muito msm... agora a minha Maria tá com quase 02 anos e eu e meu marido voltamos a sair algumas vezes sozinhos... é ótimo para o casal!

Dani disse...

Rô, você nem imagina como fico feliz em ler esses relatos de mãe de segunda viagem. Ainda mais mãe de duas meninas (como eu!). Acredito sim que a tranquilidade também tem influência nesse negócio todo. Sou bem tranquila também (tá bom...as vezes dou uns pitis!!!) e o Marcão é o poço da tranquilidade. Daí acho que não tinha jeito de Nina sair diferente, né. Não teve refluxo e poucas cólicas. Lembro de ter ficado 2 ou 3 dias acordadas por causa das cólicas e só. A rotina logo se estabeleceu aqui. E contar com a minha mãe foi, MESMO, fundamental.
Quanto ao fazer a unha...amiga...sou do time também! ADORO! E não abro mão dessa meia hora de prazer! Ui!
Beijo!
Dani

Regina disse...

Amiga, para mim foi dificil fazer as unhas. Deixei de fazer as unhas semanalmente e optei por elas curtas e sem esmalte. Só faço as minhas unhas em ocasiões especiais. Já me acostumei, sem stress