segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Existe amor maior?

Engraçado como momentos simples nos evocam o amor mais profundo que podemos sentir por nossos filhos. E acho que quando exercemos nosso papel de protetores esse amor vem muito à tona. Ontem à noite, durante uma chuvarada que caiu à noite em São Paulo, Luísa acordou assustada com os trovões. Eu corri para o quarto dela e deitei na cama com ela, abraçadinha. Eram muitos trovões, realmente muito fortes. E a cada um deles ela se encolhia na cama de susto e apertava mais a minha mão.
Era uma coisa tão simples, mas eu me senti tão importante! Não é maluco, isso? Eu olhava pra ela e a abraçava com tanto amor, tanto amor, que aquilo a confortava e a deixava mais calma. Naquele momento, a coisa mais importante do mundo pra mim era fazê-la se sentir protegida. Demais esse sentimento.

11 comentários:

Glau disse...

Que lindo!!bjoss

Paloma, a mãe disse...

Isso é ótimo! E nos preparemos para a Copa e seus rojões (a Ciça morre de medo)!
Beijos

Fabiola disse...

Que bonitinho!!! :) é muito bom poder estar presente e dar carinho pra nossos pequenos, né?? Mesmo que seja em horas de medo... é muito importante eles se sentirem protegidos...
bj!

Priscila disse...

Às vezes me pego olhando pros meus pequenos e fico pensando... Nossa, eu sou a coisa mais importante da vida deles! Rsrsrs. A gente se sente o máximo mesmo!
Bjs,
Pri

Anna disse...

Não, não existe maior maior!

Esses abraços e apertões são mesmo de desconcertar qualquer um.

beijos e bom dia!

Dani disse...

É muito amor mesmo, né Rô! Que delícia poder vivenciar isso. É um presente e tanto ter pessoinhas assim do nosso lado. Já pensou quando o bebê nascer? Essa sensação só vai se multiplicar! Beijo, querida! Dani

Mãe do Pitoco disse...

Acho que é este mesmo sentimento que me faz hoje em dia ter medo de montanha russa, velocidade alta, e qualquer outra coisa em que se corra um risco desnecessário por pura diversão. Antes eu achava que era só diversão mesmo, hoje acho que são irresponsabilidades pois sou mãe e ele depende de mim, inclusive para não ter medo de coisas que para nós são inofensivas. Este sentimento é louco mesmo, mas tb é grandioso. Beijos nas duas

Dani disse...

Jura, Rô?! Fiquei no Iberostar Bahia. E vcs? Ai...que pena...bem que a gente podia ter se encontrado mesmo! Já pensou que chic? Nina e Luísa diretamente da Praia do Forte, lindas, loiras e gatas? Na próxima vez eu te aviso, que é prá gente marcar encontro! Beijo! Dani

Fabi disse...

Nem precisei esperar o Gu crescer para já experimentar este sentimento. Nem mesmo precisei de trovões ou outros barulhos... só de vê-lo bem aconchegado nos meus braços depois de cada mamada, já me faz sentir importante!

Letícia Volponi disse...

Nossa, eu tenho a mesma sensação. Na verdade, eu morro de medo de raios e acho que a memória de minha mãe me protegendo é tão forte que mesmo me borrando, fico ali, zelando por ela, na maior serenidade...

Alê disse...

ô tadinha!!!! Imaginei a cena dos apertos na mão...Ainda bem que vc estava ali!
:)