domingo, 31 de maio de 2009

Novo amigão dos bichinhos da fazenda

Eu ainda dou o banho da Luísa na banheirinha, porque é um momento que ela curte bastante. Só que agora, por conta do peso, deixo a banheira no chão, dentro do box. Assim ela pode brincar um pouco mais e jogar água pra fora à vontade, além de se acostumar com o chuveirinho. Hoje, domingão, o banho foi daqueles caprichados, acompanhado dos amiguinhos da fazenda: a cocó, o ptó ptó (dá pra entender que é o cavalo?), o méeee, a mmmmm (esta é a vaquinha)e o porquinho (desse eu não consigo descrever o som que ela faz). Maior bagunça. De repente, momento de silêncio e eu ouço um barulho de borbulhas... olhei pra ela e ela desatou a rir. Perguntei: "Luísa, você fez pum na água?" e ela: "hahahahahahahahaah... ête pum". Morri de rir também e continuamos cantando e brincando de lavar os pés dos bichinhos de borracha. Dali a pouco, silêncio de novo. Olhei pra ela e a moçoila estava séria, olhando pra baixo, toda vermelhinha, fazendo força. "Você quer fazer cocô, Luísa?"... e ela continuou ali parada. Dei um pulo e tirei a menina da água antes que acontecesse algo muito nojento. Quando olho para baixo, ela no meu colo, vejo um troço enorme boiando na banheirinha no meio dos bichinhos da fazenda.
Chamei o pai correndo pra me salvar daquela situação e ela, sem saber o que estava acontecendo, começou a chorar - um chorinho daquele bem sentido, sabe? Falei que não tinha problema, dei uma ducha e tudo bem. Mas ela ficou toda envergonhada, judiação.
Quer dizer, judiação foi de mim, que tive que tacar a mãozão naquela água pra tirar aquele cocozão e jogar na privada. Porque o pai, naquela hora tão difícil, se mandou pra sala para ver os melhores momentos do jogo do Flamengo.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Mais da série faça você mesma



Estou empolgadíssima na criação de peças diferentes pra Luísa. Além dos enfeites de cabelo, que cada hora invento um diferente, dia desses achei um pano xadrez antigo e resolvi fazer apliques para uma camiseta branca dela. Ficou fofíssimo. Engraçado que, quando eu era criança, eu tinha como referência que as mães que faziam essas coisas (artesanato, tricô, crochê) eram aquelas mais senhoras que não trabalhavam e, para passar o tempo, faziam essas atividades manuais. Acho que as mulheres agora estão redescobrindo coisas do passado de uma forma muito divertida e sem qualquer preconceito. Ninguém tem que se provar mais, e isso tira um peso enorme da consciência. Acho o máximo fazer um fuxico! (que, diga-se de passagem, é coisa tão simples que qualquer um pode fazer - e não me refiro à fofoca, e sim àquelas "florzinhas" de tecido enrugadinhas como nas fotos acima). Tenho visto na internet várias mulheres super modernas que adoram essa linha do "faça você mesma". E eu descobri recentemente que adoro trabalhos manuais, adoro criar coisas diferentes, misturar o antigo com o moderno... É uma terapia sem tamanho.

Quiz

O que é, o que é?

- É branca, pastosa e o tubo demora séculos para acabar?

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Peixonauta



Outro dia eu critiquei o Discovery Kids pelos nomes em inglês que eles mantém nos desenhos para as crianças. Mas hoje eu quero fazer um elogio ao canal, que enfim colocou na sua grade uma produção nacional para fazer companhia aos Backyardigans e afins. (Não estou criticando a programação atual, até porque tem coisas bem legais e a Luísa vê desde pequenininha. Eu AMO Charlie e Lola, por exemplo).
Mas o que eu queria destacar é o desenho Peixonauta, criado pela TV Pinguim, de São Paulo, e co-produzido pela Discovery Kids. A animação foi lançada em abril no canal e já é um grande sucesso. Ela conta a história de um peixinho astronauta que passa mensagens positivas sobre cuidados com o meio ambiente e cidadania.
E o mais legal: descobri hoje que a trilha sonora da série é composta pelo Paulo Tatit, o talentoso dupla da Sandra Peres no Palavra Cantada, um dos melhores trabalhos musicais para crianças que existe hoje no Brasil. Em parceria com outros músicos, ele passou um ano e meio montando a trilha do desenho animado. A TV Pinguim já tinha sido parceira de Tatit no famoso clipe da "Sopa" ("O que é que tem na sopa do neném..."), do Palavra Cantada, que tem os bebezinhos e tem animações com grãos de cereais e legumes.
- O Peixonauta passa às 11h30 e às 19h, no Discovery Kids (na Net, em SP, é o canal 45).

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Nem festa de Dia das Mães?


Na semana passada, participei de uma reunião com a coordenação da escola onde eu pensei em colocar a Luísa. A reunião foi bem interessante e o colégio pratica muitas coisas que eu acredito, inclusive algumas meio fora do padrão como a liberdade para a construção conjunta das regras entre os alunos e os professores. Mas o que me chocou ali (e me lembrou um post do blog Mothern) foi quando a coordenadora disse que, para as turmas dos pequenininhos, lá não tem festinhas de dia das mães, de dia dos pais, quadrilha em festa junina, essas coisas. Peraí...como assim??? E o meu sonho em ver a Luísa se apresentando no teatrinho vestida de árvore ou de margarida, enquanto eu choro copiosamente na platéia?? Não vou poder me acabar vendo a minha filha cantando (ou ficando muda) no coral no dia das mães?
Pensando bem, o argumento da escola é correto. Eles acreditam que as crianças pequenas ainda não têm capacidade de escolher o que querem fazer, e que esses eventos são muito mais para os pais e professores do que para as crianças em si. Eles dizem que, na verdade, a maioria das crianças se sente constrangida ao se expor na frente de todo mundo.
De novo, eles têm razão. Às vezes eu me sinto culpada por morrer de rir de algumas situações engraçadas a que a Luísa se submete sem saber. A foto acima, por exemplo, com o chinelinho todo errado no pé, não é nada grave, mas dá pra não rir? Pior é que, além de rir, eu ainda corro pra pegar a máquina fotográfica. Preciso me policiar às vezes. E sei que, por ter uma filha leonina, tenho que tomar muito cuidado com essas coisas quando ela crescer mais um pouco, já que as pessoas mais vaidosas e tímidas tendem a se magoar muito quando expostas.
Mas... como assim... não tem festinha de dia das mães??

terça-feira, 26 de maio de 2009

CineMaterna

Fiquei arrasada. Faz um tempão que estou enrolando pra levar a Luísa ao CineMaterna, aquelas sessões de cinema adulto em que mães (e pais e acompanhantes) levam seus bebês. Estou arrasada porque acabo de descobrir que essas sessões são apenas para bebês até 18 meses, e isso significa que meu prazo de validade venceu. E descobri só agora também que, depois das sessões, a mãezarada e seus bebês se juntam para um bate-papo em algum lugar próximo aos cinemas parceiros. Poxa vida, que pena que eu perdi essa. Mas ok, quem ainda não foi e tem vontade, a programação semanal está no site www.cinematerna.org.br.

1000

Olha só que doido. Em abril eu estava toda feliz porque o blog teve 500 acessos num mês. Aí a gente se anima e começa a escrever todos os dias. E as pessoas começam a ler com mais frequência e uma coisa vai puxando a outra. E eu fui ficando viciada nesse meu lado jornalista-mãe-blogueira - ou mãe-blogueira-jornalista, acho que nessa ordem. Esse lance de trabalhar em casa deixa a gente meio isolado, então o blog virou minha terapia e uma forma de ter contato com as pessoas, além de conhecer muita gente bacana. Sei que agora em maio o número de acessos ao Meu Projetinho de Vida dobrou e já bateu os 1000 no mês, que ainda nem acabou. Prometo que não vou ficar registrando esses números toda hora porque a intenção não é ser exibida, até porque esse número não é nada quando comparado a blogs que têm 1000 acessos por dia. O registro foi mesmo pra dizer que é muito bom fazer algo por puro prazer. Já no jornalismo é outra coisa, ali é onde eu ganho meu dinheirinho pra pagar o leite das crianças, já que agora não tem mais leite de graça do peito... hehe...

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Luísa Day





Um pai de Luísa com muito talento pra desenhar e que também tem um blog sobre ser pai de menina.

Carro: paciência e bom humor

Confesso que me superei ontem na volta do Guarujá para São Paulo. Entreter uma criança acordada no carro durante uma hora e meia não é tarefa fácil. Sorte é que não tinha trânsito na estrada. Começou com o livrinho de histórias com ímãs (aliás, é uma ótima dica porque a criança interage muito com o livro). Ficou um tempo ali brincando sozinha, mas depois se encheu e começou a jogar todos os ímãs no chão do carro. Eu imediatamente coloquei um CD de músicas infantis e ela ficou ali cantando belezinha. E eu e o pai, pra ajudar na animação, ficávamos cantando (já decoramos todas) e dançando no carro feito dois doidos. Depois de um tempo, enjoou do CD, eu coloquei outro e funcionou por mais uns 10 minutos, acho. Mas tínhamos na manga a melhor alternativa de todas: o aparelhinho de DVD portátil. Coloquei o DVD do Cocoricó e pronto, a moça sossegou. Ficou ali cantando e... de repente... poff. Acaba a bateria da porcaria do DVD. Ou seja, a emenda ficou pior que o soneto e ela começou a chorar porque queria ver o Cocoricó. Mocinha que é, depois que eu expliquei várias vezes que tinha acabado a bateria, ela se acalmou.
E dá-lhe mãe a ter criatividade pra conter aquele choramingo chato que azucrina o cérebro de quem está dirigindo. Coloquei o braço para trás e fiquei de mãos dadas com ela, fazendo carinho na barriguinha. Só que, 10 minutos depois, meu braço estava paralisado e ela não queria soltar. Consegui me desprender, e então eu e o pai começamos a fazer um showzinho particular. Cantamos, fizemos caretas, cócegas, tudo o que estava ao nosso alcance.
No final, deu tudo certo. Chegamos em casa sãos e salvos e não deixamos que a viagem estragasse um fim de semana de sol maravilhoso. Nem sempre dá certo, porque tem dias em que nem o Júlio e as galinhas do Cocoricó ali, ao vivo, conseguiriam acalmar um bebê mal-humorado. Mas o lance é tentar não perder a calma e o bom humor.

Mala de mala de viagem

Quem falou (...será que alguém falou? ou eu supunha isso porque as roupas são pequenininhas?) que as coisinhas do bebê cabem facilmente em uma mala pequena de viagem? Ok, até cabem, desde que você espalhe tudo o que ficou sobrando (especialmente as fraldas) em outras sacolas de mão, na sua mala e na do marido ou na de quem mais estiver viajando junto.
Quando estava grávida, comprei um daqueles conjuntos de mala de maternidade + sacolas de mão, lindos, bordados e molinhos (tudo o que é de bebê precisa ser assim delicadinho, não?...). Para a maternidade foi ótimo, mas cada vez que eu viajava, tinha que lotar as três malas da Luísa e acabava levando um monte de tralhas na mão em vez de uma coisa só. Fora o berço desmontável, o carrinho e as minhas próprias coisas. Além disso, descobri logo que aquela malinha fofa não dava pra levar em viagem de avião, porque era delicada demais para despachar.
Então fomos lá, eu e o pai, comprar outra mala, desta vez mais reforçada. Compramos uma vermelha linda, da Petit Bebê. Eu queria mala com rodinha, mas meu marido insistiu para levarmos aquela mesmo, bem da linha mala sem alça (a mala ou o marido? haha, deixa ele ler esse post que ele me mata). Apesar de reforçada, essa continuou pecando na questão do tamanho. Só consigo colocar tudo nela se for viagem bate-e-volta de fim de semana. Quando eu digo tudo, me refiro apenas às roupas, sapatos e fraldas, porque brinquedos, mamadeira e lanchinhos continuam de fora. Ou seja, continuo levando aquele monte de tralhas.
Acho que vou me render e deixar de lado essa história de que bebê tem que ter mala para bebê, toda bonitinha e delicadinha. Vou começar colocar as coisas da Luísa em uma das minhas malonas pretas e está bom demais. Cabe tudo num lugar só e a mala não suja na esteira do aeroporto. Lembrando que uma sacola de mão com as emergências - kit fralda + 1 troca de roupa + comidinhas + chupeta + brinquedinho - será sempre necessária, a não ser que caiba tudo na sua própria bolsa.
Podem até achar que sou exagerada, mas descobri que não dá para economizar na mala do bebê. Especialmente depois que começam a engatinhar/andar e comem comida (e quando se metem a comer sozinhos, então?), porque você perde o controle de quantas trocas terá de fazer por dia. Fora a preocupação com o tempo: e se esfria muito? E se der praia ou piscina? (aí tem toda a parafernália de bóia, roupao, baldinhos etc). Outro dia quis ser econômica na mala e deu tudo errado.
E o pior de tudo é quando, no meio da viagem, você solta: "puta merda, esqueci de pegar chupeta". Naquele instante, sua filha ouve a palavra mágica e começa a chorar: "Pepê, mamãe, pepêeeeeee...."
Porque SIM, sempre vai faltar alguma coisa.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Como eu contei que estava grávida

A pedido de algumas amigas, vou registrar aqui como contei para o meu marido que estava grávida. Bom, eu havia parado de tomar pílula fazia mais ou menos um ano. No início desse período, estava bem relaxada, deixando rolar. Depois de uns seis meses, comecei a ficar mais atenta a essas questões de período fértil etc. Nada neurótico.
Mas chega uma hora em que a coisa começa mesmo a pegar. E eu comecei a ficar um pouco preocupada. Cheguei a pedir exames para a ginecologista, pra ver se havia algo de errado comigo ou com o meu marido. Ficava com raiva, até.
Pois bem, decidi que ia comprar um cachorro. E então naquele mês, em que as chances de eu engravidar eram quase zero porque a frequência tinha sido mínima e desencanada, eu comecei a sentir algo estranho. Os seios doíam muito, estavam mais pesados do que um período menstrual qualquer. Incentivada por uma amiga do trabalho, que também estava grávida, fui fazer o exame de farmácia. Não comentei nada com o Luiz porque não queria criar expectativas. E não é que eu estava mesmo grávida? Justo naquele mês mais xexelento?
Contive a explosão porque queria preparar o momento com calma. Só contei pra minha mãe e corri, no fim do dia, depois do trabalho, pra fazer o exame de sangue. Meu marido estava em Brasília e só chegaria no dia seguinte.
Naquele dia de manhã, comecinho de dezembro de 2006, eu peguei o exame no laboratório só para confirmar e, logicamente, deu positivo. Teste de farmácia, se dá positivo, não tem erro. Na hora do almoço, saí do trabalho e fui pro shopping. Comprei uma caixa de presentes com um laço de fita vermelho, um par de sapatinhos de lã e um cartão.
Á noite, eu coloquei dentro da caixa o cartão, os sapatinhos e o resultado do exame. Como a árvore de Natal já estava montada, coloquei a caixa debaixo da árvore e deixei ali.
Quando o Luiz chegou em casa, eu o peguei pelo braço e o levei até perto da árvore. Falei que tinha um presente de Natal pra ele, mas que era pra abrir já. Entreguei o pacote e, como eu não tinha dado nenhuma pista, ele nem sonhava o que era. Quando abriu a caixa e viu o sapatinho, ele nem prestou mais atenção no resto. Me olhou, já todo trêmulo, e perguntou: "você está... grávida?" Eu disse que sim, os olhos dele se encheram de lágrima e ele me abraçou. E chorou feito uma criança, como eu nunca tinha visto ele chorar na vida.
Depois dessa notícia, adiamos o projeto do cachorro. No dia 10 de agosto de 2007, nasceu a Luísa.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

O primeiro sim da Luísa

- Luísa, você ama a mamãe?
- Não
- Você ama o papai?
- Não
- Ama a vovó?
- Não
- E o vovô?
- Não
- A titia??
- Não
- Ama a Fefê? (a melhor amiga... pensei: agora eu pego ela)
- Não
- E.... você ama a sua chupeta?
- ...não...(pausa)...(olha pra mim, de chupeta na boca)... sim!

Detalhe: foi a primeira vez que ela falou a palavra 'sim'. Até hoje ela só mexia com a cabeça afirmativamente.
Ou seja, seu primeiro sim foi uma declaração de amor à chupeta.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Etc.

É muito legal a surpresa de ver seu filho falando uma palavra pela primeira vez, assim do nada. Toda hora ela vem com uma novidade.

- Luísa, o que é isso que você tá desenhando na minha mão?
- A fô
*tecla SAP para quem não consegue entender o bebezês: "a fô" quer dizer "uma flor". Não é lindo?

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Baby Cool


Estou apaixonada pelo trabalho dessa loja virtual, a Baby Cool. Dá só uma olhada nesses sapatinhos de pano para bebês, que coisa mais linda e fashion!! Por que raios a Luísa ganhou dezenas de sapatinhos de lã que nunca usou e não ganhou nenhuma dessas fofuras? Dêem uma espiada no site e vejam cada babador, cada "tapa-fralda"... Adorei. E a Halini, dona da loja, também tem um blog.

Fraldas

Fiz o teste e gostei da tal fralda nova da Pampers "Centopéia Flex". Elas são mais finas e mais longas do que o modelo anterior, do pacote verde (no caso do tamanho XG, a diferença é de uns 4 dedos), o que facilita para não termos de ficar puxando a fralda para prender o velcro. E a outra novidade é justamente o fechamento, que ganhou reforço com elástico na lateral. Uma beleza, porque umas duas ou três vezes, nos últimos tempos, a fralda da Luísa rasgou na hora de puxar o fecho.
Outras constatações a respeito das fraldas:
- Elas estão ficando cada vez mais caras. E a sacanagem é que, para parecer que o preço é o mesmo, os pacotes vão diminuindo de tamanho. A quantidade de fraldas por pacote é bem variada, mesmo em uma mesma marca, então preste atenção: antes de correr e levar o estoque todo de pacotes que estão num preço ótimo em algum lugar, certifique-se que está comparando o preço de embalagens do mesmo tamanho.
- Existe uma maldita entressafra entre os tamanhos de fralda que não há marca que dê conta. É quando o tamanho M, por exemplo, já está apertado, e o G fica grande. Então, prepare-se: elas vazam de qualquer jeito até ajustar o tamanho.
- Por que os bebês adooram fazer bagunça na hora de trocar as fraldas? Primeiro, tem aquela fase em que você segura os pezinhos pra tirar a fralda e imediatamente eles se retorcem e se viram de bruços - e é uma ginástica pra colocar a fralda de frente para o bumbum. Depois tem a fase em que a criança esperneia, fica em pé, taca o pezão no cocô... A estratégia que eu uso nos dias de impaciência da Luísa é cantar, fazer caretas, fazer cócegas nela, beijar a barriga, dar qualquer coisa na mão dela que possa distrair.... geralmente funciona.
- Quando a Luísa era recém-nascida, outras marcas funcionavam bem. As primeiras que ela usou foram as RN da Turma da Mônica, e depois Soft Touch (Turma da Mônica) e Pampers. Mas depois de um tempo, só funcionaram mesmo as Pampers (as de pacote verde, porque eu comprei uma vez as de embalagem vermelha, mais baratas, e vazaram que foi um horror). Já tentei outras marcas mas não deram certo.
- Um pacote de fraldas acaba muito rápido, nunca vi coisa igual. Como vai dinheiro.
- Graças a Deus aqueles cocôs de tom amarelo-esverdeado-ocre que vazam e sujam até o pescoço só duram até a introdução dos alimentos sólidos, aos 6 meses. Aquilo, juro, ninguém merece.
Obs: Não ganhei nada pra fazer propaganda, ok, estou apenas dando dicas de usuária (quer dizer, a usuária é a minha filha, mas eu sou a compradora).

sábado, 16 de maio de 2009

Brechós infantis

Tem uma matéria legal na Folha de S. Paulo hoje sobre brechós que vendem e compram roupas, sapatos, livros, brinquedos e outros apetrechos usados para bebês. Essas lojas têm peças semi-novas e também aquelas nunca usadas (coisa que acontece bastante quando se ganha muita roupa e sapato de um mesmo tamanho). Tem também aqueles acessórios típicos que ganhamos no chá de bebê ou compramos durante a gravidez mas que nunca foram usados.
Seguem as indicações de lojas mencionadas na matéria:
Bolota, na Vila Madalena: www.bolota.com.br
Era Uma Vez Outra Vez, em Perdizes: www.eraumavezoutravez.com.br
Pistache, em Santana: www.pistache.com.br
Repeteco, no Brooklin: www.repeteco.com.br
Xereta, na Aclimação: www.xeretakids.com.br
Coincidentemente, eu encontrei esta semana na internet o site de uma fotógrafa que abriu uma loja virtual para vender as roupas dela e da bebê. Várias coisas modernosas e baratinhas. http://www.sunglassesvintagestore.blogspot.com/

De Lamare quase de graça

Tudo bem que eu disse que o famoso livro do Dr. De Lamare já está meio (bem) antiquado para a época atual. Mas quem ainda assim quiser comprar o livro dele (A Vida do Bebê), está praticamente de graça no site das Lojas Americanas. De R$ 119,90 por R$ 14,90!! Para quem tem o cartão Americana Itaucard, R$ 9,90. Bom, fiz minha parte...

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Desenhos infantis

Quando eu era criança, era tudo bem mais fácil: Pica-pau, Pernalonga, Zé Colméia, Penélope Charmosa, Bambalalão, Balão Mágico (não podia prever ainda o futuro da Simony, coitada). Tudo bem que hoje, especialmente nas famílias de alta renda, as crianças já nascem no Brasil falando inglês (deve ter mãe que, para estimular que o filho seja bilíngue, conversa com ele em inglês desde a barriga). Mas acho que o canal de TV fechada Discovery Kids, o favorito da criançada pelo menos até os 4 anos de idade, poderia colaborar um pouco. Acho uma sacanagem manter os nomes dos desenhos e programas em inglês. Já viram que judiação (essa é do meu tempo) uma criança pequena tentando falar Backyardigans? Até para os adultos é difícil! E tem uma lista: Lazy Town, Mr. Maker, Save-ums, Wow Wow Wubzy... e ainda tem o incrível mix 'Os Amigos do Sunny Patch da Miss Spider'.
Não é demais? Ainda bem que a TV Cultura ainda está ativa. Cocoricó não é muito mais simples e muito mais legal?

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Blusa para amamentação

Da série mães empreendedoras: amamentar fora de casa é sempre uma situação incômoda. É difícil achar roupa adequada. Ou a gente levanta a blusa toda e fica tentando disfarçar a barriga de fora (que dificilmente será um tanquinho nessa fase - no meu caso, nem nessa fase nem em outras) ou temos que descer o decote e colocar o peito todo pra fora. As camisas com botões, em tese, são boas para isso, mas nenhuma me servia quando meus peitos pareciam dois balões.
Se bem que eu sempre tomei cuidado com essa exposição. Cobria com uma fralda quando não tinha jeito de amamentar em um lugar mais reservado. Eu, particularmente, acho muito feio aquelas mães que não estão nem aí e botam o peitão todo pra fora na frente de todo mundo. Outro dia tinha uma dessas numa loja de sapatos. Sentada toda jogada no sofá, com o peitão enorme todo ao ar livre enquanto preparava o bebê pra mamar. Até os homens se incomodam.
Eis que uma mãe que passou por essa situação que todas nós passamos decidiu montar uma grife de blusas para amamentação que possuem fendas discretas de forma que você não precisa se expor muito em público. O nome da marca é Criando Gente:


http://www.criandogente.blogspot.com/

Natação para bebês

Se bem que nem sei mais se posso chamar a Luísa de bebê, porque ela já está uma molecona com 1 ano e 9 meses. Enfim, depois de muito tempo enrolando, cumpri a promessa que tinha feito ao meu marido de levá-la para a natação. Escolhi uma academia de Moema porque meu marido já havia nadado lá e também porque a minha vizinha do prédio está levando a filha (que é amiguinha da Lulu) e nós podemos revezar o carro a cada semana. Ali também tem a vantagem de o vestiário para crianças ser bem ao lado da piscina (que é ótima), então elas não pegam rajadas de vento depois que saem da água.
Minha dúvida era se marcava aulas para ela sozinha (que na verdade é para crianças a partir de 2 anos, mas eles permitiram que a Luísa fosse) ou comigo. Decidi testá-la sozinha, só com as professoras, no mesmo horário da amiguinha, justamente pra desgrudar de mim um pouco. Como ela ainda não vai à escolinha, sinto que ela fica muito tímida em se relacionar com grupos maiores ou crianças que não conhece.
O teste na semana passada foi legal e ontem foi a primeira aula efetiva. Para ser sincera, ela ficou melhor no dia do teste do que ontem, mas as professoras falaram que é assim mesmo, que as crianças sempre choram no começo, até acostumar. Eu fico do lado de fora da piscina sentada, só observando, sem interagir (mas confesso que às vezes dá uma vontade louca de ir ali brincar com ela...) Dizem que a presença conhecida é importante para dar segurança no início. Mas as professoras são bem preparadas, ótimas para entreter e distrair os chorões.
As aulas para bebês e crianças pequenas ainda são mais brincadeira do que a natação em si (o que começa a partir dos 3 anos), mas são uma introdução interessante ao esporte e uma forma de sociabilização. Não vejo a hora que a Luísa se jogue sozinha na água.

PS. Meu irmão falou que o título do vídeo infantil que eu postei, das pererecas, parece nome de filme pornô. Isso é comentário de gente com mente poluída...

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Clipes no You Tube

De vez em quando fico fuçando no You Tube pra encontrar uns vídeos diferentes pra Luísa. Há alguns que ela gosta que vou listar aqui. Tem essa portuguesinha, a Anita, que faz uns clipes engraçadinhos (na verdade é uma coisa meio parecida com a Xuxa, mas eu acho bonitinho o sotaque). A partir destes abaixo, é fácil encontrar outros desenhos e filminhos infantis porque aparecem vídeos relacionados na página.







Agradecimento?

O pessoal do Parangolé me mandou mensagem agradecendo pelos elogios que fiz ao trabalho deles aqui no blog. E precisa agradecer? Eu é que agradeço por poder dividir com a minha filha um trabalho de tanta qualidade e simplicidade, num tempo em que a infância das nossas crianças tem sido dominada pelo consumo e pela tecnologia.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Sabão em pó

Só para atualizar: e não é que o meu sobrinho (de 3 anos) deu mesmo de presente pra minha irmã no Dia das Mães uma caixa de sabão em pó? Como ele não parava de falar nisso, minha mãe deu dinheiro pra ele e o levou no supermercado no domingo de manhã. Ele fez questão de escolher o produto (ainda bem que pegou um Omo, daqueles com amaciante). Depois, na hora de passar no caixa, ele foi todo orgulhoso pagar. Minha mãe contou a história (descrita aqui num post anterior) para a moça do caixa e ela morreu de rir, perguntou se ele queria embrulhar. Ela então embrulhou o Omo num papel prateado e ele saiu todo saltitante do supermercado. Chegou em casa todo feliz: "Mãe, tenho uma surpresa pra você!"
Falei pra Paula não deixar de registrar esse momento. Não havia, naquele dia, presente mais sensacional pra ela ganhar do que aquele sabão em pó escolhido com tanto carinho.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Baby Bum Outlet



Eu nunca fui, porque descobri recentemente, mas me disseram que vale a pena conferir esse outlet de roupas e produtos infantis. Esse evento reune coleções passadas de marcas transadas de roupas como Bb moderno, Quintal, Mini Humanos, Santa Paciência entre outras. Há também brinquedos educativos, enxoval, jóias (ou joias, depois da reforma ortográfica? já não sei) etc, além de oficinas e outras atividades para as crianças. Em São Paulo, de 29 a 31 de maio, das 10h às 20h. Rua Coropés, 88, junto ao Instituto Tomie Otake. Se eu for, conto aqui no blog minhas impressões.
http://www.babybum.com.br/

Esterilização das mamadeiras

Quando parar de esterilizar as mamadeiras e chupetas? Eu demorei a descobrir a resposta porque sempre me esquecia de perguntar para a pediatra. Mas o básico é o seguinte: depois de 1 ano de idade, não é preciso mais esterilizar, basta lavar com água e detergente, enxaguando bem com água corrente. (Na dúvida, vale checar qual é a preferência do pediatra do seu filho).
Como a Luísa mamou no peito até os 9 meses, ela praticamente não usou mamadeira nesse período. As chupetas eu esterilizava ou lavava com água quente 1 vez por dia.
Depois fui relaxando e esterilizava as mamadeiras e chupetas umas duas vezes por semana, até porque quando a criança começa a engatinhar ela "consome" tanta sujeira e bactéria que não adianta nada ficar com frescuras. Ainda gosto de lavar as chupetas com água quente de vez em quando pra limpar melhor, mas só.

Engraçado foi o comentário que li outro dia na internet: "Pior é quando uma pessoa acha que está fazendo tudo "certinho", como a minha sogra, que só tem idéias inúteis: nos dias que esteve em minha casa, ela fervia água MINERAL para esterilizar as mamadeiras, e depois enxugava cada parte cuidadosamente com um pano de prato que ficava jogado vários dias em cima da pia..."

domingo, 10 de maio de 2009

Parangolé








Hoje tive o prazer enorme de conhecer o trabalho do grupo mineiro Emcantar: o CD/DVD "Parangolé - canções e brincadeiras". A qualidade do trabalho desse grupo é de primeiríssima, e já passou para a minha lista de favoritos. No "kit" vem um CD com canções populares (com excelentes arranjos musicais); um DVD com um média-metragem de 50 min. lindo, que usa músicas e brincadeiras para contar a história de um menino que precisava comprar remédio para a mãe e não tinha dinheiro; um CD com playback das músicas para educadores e quem mais quiser aproveitar para cantar e interagir com as crianças; e também um livrinho com as letras cifradas das músicas e o passo a passo de como aplicar as brincadeiras. A Luísa, lógico, adorou. Hoje mesmo assistiu ao DVD inteirinho.
Recomendo muito. Aliás, é uma belíssima opção de presente.
O site da ONG é www.emcantar.org.br

Dia das mães

Hoje eu repito aquela frase que tenho aqui em destaque no blog: "Antes de ser mãe eu não conhecia a sensação de ter meu coração fora do meu próprio corpo". Eu me tornei uma pessoa melhor por causa da minha filha.
Parabéns a todas as mães!

Dicas legais

Navegando pelos blogs alheios, encontrei por acaso o blog de uma das autoras de um livro que eu recomendo aqui no Meu Projetinho de Vida, que é o "Bagagem para mães de primeira viagem". A autora, Laura Florence, dá dicas de lojas, produtos e serviços para mães e bebês.

Maior sobrevida às roupitchas

Outro dia estava dando uma geral nas gavetas da Luísa para separar o que não serve mais (quase todo mês faço isso, mesmo ela sendo do tipo mignon), e separei para doação vários bodies (para quem não está familiarizado, body é aquela camiseta tipo macacão que abotoa embaixo, só que sem pernas).
Eis que me surgiu a idéia de aproveitar essas peças por mais um tempo, porque o problema é que eles só não estavam servindo mais na altura. A babá levou pra casa e ela mesma cortou a parte de baixo e alinhavou à máquina, deixando como se fossem camisetas de manga comprida. Uma mão na roda. As peças novas ainda servem pra sair e as surradinhas viraram excelentes blusas de pijama.

Observação a respeito dos bodies: No primeiro ano da Luísa, eu achava os bodies muito mais práticos do que camisetas soltas, porque eles não deixam as costas do bebê de fora quando ele está no colo ou no carrinho. Mas, depois que a criança começa a andar, eu achei que os bodies começam a ficar chatos tanto para vestir como na hora de trocar as fraldas, porque é mais uma coisa pra abotoar e desabotoar. Dá preguiça. Acho que vou transformar todos os remanescentes em camisetas, mesmo enquanto servem.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Presentão

Do João Vitor, meu sobrinho de 3 anos, para a minha irmã, certo de que estava dando uma notícia que ela iria adorar:
(Só para contextualizar, no Dia das Mães do ano passado o presente da escola que ele deu pra ela era uma caixinha com um sabonete dentro)
- Mãe, este ano eu vou te dar um sabãozão de presente de Dia das Mães.
- Ah vai, filho?
- Não, já sei! Vou te dar uma caixona de sabão em pó.

Os tempos mudaram

Vou começar o post adiantando que respeito muito o trabalho e a carreira do Dr Rinaldo De Lamare, autor de "A Vida do Bebê", aquele livro grosso azul com um bebezinho lindo na capa que nossas mães tinham em casa. Afinal, não é qualquer um no Brasil que tem seu livro batendo a marca de 40 edições e mais de 6,5 milhões de exemplares vendidos. A primeira edição foi de 1941, "atualizada" ao longo dos anos mesmo depois da sua morte, em 2002, aos 92 anos.
Ok, agora vamos até onde eu queria chegar.
Em uma parte desse livro (da 41ª edição) que fala sobre o quinto mês de vida do bebê, ele dá alguns conselhos "úteis":
- "Sono. Depois de três a cinco meses, o bebê dorme sete a oito horas por noite, sem acordar. (QUANDO ELE TEVE FILHOS AS COISAS ERAM DIFERENTES? OU A MINHA FILHA É QUE TEM PROBLEMAS E É A ÚNICA QUE ACORDAVA DE MADRUGADA ATÉ 1 ANO DE IDADE?). Depois dos cinco meses, procure mantê-lo acordado por mais tempo durante o dia para ele dormir melhor à noite. Não o coloque para dormir antes das dez horas. Entre os seis e os oito meses, mantenha-o entretido com seus brinquedos favoritos. Ele se ocupará deles, deixando seus pais dormirem, até pegar no sono. (JESUS AMADO, COMO É QUE NINGUÉM ME FALOU QUE ERA ASSIM TÃO FÁCIL?). Se ele acordar, deverá ser por sede, fome, gases ou por sua fralda estar molhada. (AH, TÁ.)"
Agora minha parte preferida: "Quebra da rotina - será útil ou não? Alguns pediatras aconselham entre os quatro e os sete meses levá-lo para almoçar na casa dos avós ou fazer passeios curtos e agradáveis". GENTE, ATÉ ESSA FASE ELE SUGERE QUE A CRIANÇA NÃO SAIA DE CASA? NOS TEMPOS ATUAIS? O que ele diria se soubesse que a Luísa viajou de avião aos dois meses?

10 passos infalíveis para...

Coisa que me irrita nas revistas, que incluem as revistas para bebês, são as regras infalíveis para resolver determinado assunto. Sei que isso chama a atenção do ponto de vista editorial, mas eles tratam a questão como se fosse receita de bolo. Se você seguir aqueles 10 passos, não tem erro, está tudo resolvido? Ah, então tá. Quem é mãe pode responder bem.
Dicas sim, são úteis e importantes, mas cada criança é de um jeito e nem sempre é fácil fazer as coisas funcionarem segundo esses passos milagrosos. Olha só a lista no site da Crescer:
Não estou julgando o conteúdo, até porque eu leio quando o assunto me interessa. Mas por que 10 e não 8 ou 11? O problema dessas formulinhas é que às vezes se acaba forçando a barra para fazer número redondo. Não é irritante?

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Da série faça você mesma

Nem adianta tentar colocar faixas e tiaras na cabeça da Luísa. A única coisa que ela libera são aqueles "tic tacs". Mas vou dizer que é uma dificuldade encontrar coisas legais e moderninhas que fogem daquelas lojas japonesas de bijouteria. Então, aproveitando a criatividade em alta, ontem saí decidida a fazer uns acessórios para o cabelinho da Luísa.
Tudo muito simples, bastou ter a idéia e saber onde comprar os itens. Florzinhas de crochê numa loja de produtos de tricô/crochê, cola especial, linha da cor das flores para costurar e os tic tacs simples na lojinha japonesa. E não é que deu certo? Eu, pelo menos, adorei. Até que ficou bonitinho, não?


Te conheço?

Da apresentadora e mulher do Eduardo Moscovis, Cynthia Howlett, na revista Crescer deste mês:
"Sempre achei que tinha tudo sob controle, até a Manu se jogar no chão do shopping. Quando via outras crianças fazendo isso, achava um absurdo - e que a culpa era dos pais. Mas quando a minha se jogou, fiquei pensando: 'essa criança não é minha filha' (risos). O bom é que essas situações passam."

Onde está o Wally?




terça-feira, 5 de maio de 2009

Etc.

- Luísa, você fez cocô?
- Não, "ête" pum.

Leite X vinho

Hoje eu estava lendo no blog da minha amiga Cris (www.outlanderscris.blogspot.com) o post em que ela descreve o quanto temos que nos requebrar com as tarefas do dia-a-dia e os bebês quando eles ainda mamam no peito. Ela fala sobre a vontade de tomar uma taça de vinho. Esta, de fato, era uma coisa que eu sentia muita, mas muita falta durante a gravidez e quando amamentava. Ficar 18 meses sem beber (nas duas vezes em que tentei, na gravidez, tive queda de pressão) é chato demais. Além do vinho, tinha dias em que dava uma puta vontade de tomar cerveja.
Para acrescentar à lista de coisas que são um alívio depois que paramos de amamentar:
- dormir sem sutiã
- correr sem sentir uma bexiga cheia de leite dentro de cada peito
- tomar não somente uma taça, mas meia garrafa de vinho e muitos copos de cerveja (isso eu bebo menos hoje porque parece que engordo 3kg depois de uma bebedeira de cerveja. Véia.).
- poder planejar atividades com espaço de tempo superior a duas horas
PS. Essa libertação não significa que eu não tenha curtido amamentar. Muito pelo contrário. A sensação de sentir a Luísa mamar acariciando meus seios com aquelas mãozinhas minúsculas era indescritível. Depois que passou a fatídica primeira semana, em que sofri horrores, eu curti muito amamentar e sofri bastante quando o leite foi secando aos poucos.
Mas acho que 9 meses de amamentação foram bem suficientes.

Carrinhos e a acessibilidade

Consideradas as devidas proporções, as mães de bebês conseguem ter uma visão muito mais apurada de como é difícil a questão da acessibilidade no Brasil, mesmo nas grandes cidades. Basta dar um passeio de carrinho com o bebê pelo bairro ou por lugares públicos para percebermos o quanto deve ser difícil para uma pessoa que anda de cadeira de rodas. No caso do bebê, ainda temos o recurso de colocá-lo no colo e pedirmos para outra pessoa mover o carrinho por lugares estreitos ou com escadas. Mas e um cadeirante, como faz?
Além das calçadas irregulares e esburacadas, as dificuldades de acesso nos restaurantes e lugares públicos, falta ainda a educação e respeito das pessoas em relação ao assunto. Hoje mesmo, em um simples passeio voltando da pracinha com a Luísa no carrinho, tive que dar a volta pela rua duas vezes porque carros estavam parados fechando a rampa de acesso das calçadas. É de doer tamanha falta de respeito.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Quiz

Por que será que bebês adoram fazer cocô quando a gente acaba de trocar a fralda?
1. Pra tirar uma com a nossa cara
2. Porque é mais gostoso fazer na fralda limpinha
3. Pra mostrar quem manda naquela casa