terça-feira, 2 de setembro de 2008

Um bebê em Buenos Aires 3

Um ponto que eu me esqueci de comentar: a comida da neném. Levei de SP uns quatro ou cinco potinhos de comidinha da Nestlé para garantir as primeiras refeições da Luísa. Deixei o restante para comprar por lá, já que tinha certeza que encontraria facilmente nos supermercados. Pois é, caí do cavalo. Não encontrei papinha da Nestlé em lugar nenhum em BAs. Em um dos supermercados, o Coto, me disseram que não tinham esse produto há uns 2 anos.
A minha sorte é que a Luísa é boa de garfo e que, com 1 ano, já está liberada para comer de tudo, então conseguimos nos virar bem. Comeu arroz chinês (que vem presunto, ovo e ervilha), nuggets do Mc Donalds, pão com hamburguer, batata frita e até risoto de camarão. Nos lanchinhos ia de Danoninho, pão de queijo, sucos, outros pães, enroladinho de presunto e queijo e o que tivesse à mão. Deu tudo certo. À noite pedíamos para o pessoal do hotel preparar uma sopinha de legumes com carne ou frango.
Creio que para um bebê de 7 ou 8 meses, que ainda não está liberado para comer de tudo, essa questão na viagem seja um pouco mais complicada. E detalhe: uma moça que viajou com a gente no avião, que estava com uma bebê de 8 meses, disse que não permitiram que ela levasse potinhos da Nestlé na bagagem, teve que deixar tudo na alfândega. Eu passei sem problemas.

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