segunda-feira, 16 de junho de 2008

Campanhas de vacinação

Neste último final de semana teve campanha de vacinação contra poliomelite (paralisia infantil). Como eu sabia que a Luísa já tinha tomado três doses dessa vacina desde o nascimento, estava tranqüila em casa. Da última vez que fui à clínica de vacinação, fui informada pelo médico que a próxima vacina dela seria apenas quando completasse um ano. A pediatra também havia confirmado isso.
Então, nem me preocupei. Meu marido é que me perguntou algumas vezes se a gente não precisaria levar a Luísa no dia da campanha. Eu, segura, tinha certeza que ela já estava coberta porque a pediatra disse que a próxima seria só em agosto. Mas resolvemos ligar por desencargo de consciência, no sábado de manhã. E aí que veio meu ódio: a pediatra falou para levarmos a Luísa vacinar. Disse que ela já havia tomado o vírus morto, mas que na campanha eles dão o vírus vivo. Desliguei o telefone p. da vida, pensando se eu não sou uma mãe desencanada demais.
Levei a neném pra vacinar, o que realmente não me custou nada. Foi rapidinho e não tinha nem fila no posto de saúde. Agora, o que eu fiquei louca da vida é: por que nem a pediatra e nem o médico da clínica (particular, nem posto público era) me instruíram sobre campanhas de vacinação? Tudo bem que a obrigação de mãe é perguntar tudo o tempo todo. Se eu tivesse outros filhos, já saberia como é. Mas, honestamente, nesse caso eu estava certa de que estava bem orientada. Será que não seria obrigação deles me informarem sobre isso?

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